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quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

NATAL, 2022 E ZÉ GATÃO - SIROCO EM CAMPANHA.

 

 As artes de hoje fazem parte do meu novo projeto em quadrinhos, SIROCO, a derradeira aventura com meu personagem antropomorfo ZÉ GATÃO que está em campanha no Catarse e desde a inauguração não avançou muito. Não é surpresa, é HQ pouco palatável num mercado onde ainda predominam os mangás e personagens ianques já estabelecidos (eu digo isso por dar uma vista d´olhos em alguns grupos de quadrinhos em redes sociais e vejo o que é consumido e comentado), podemos contar ainda a crise financeira que se abate sobre todos. Seriam boas desculpas, mas a realidade é que não consegui me estabelecer como artista. Eu bem que tentei. De boa, tá tranquilo para mim se a coisa não  decolar.

Para quem quiser pelo menos dar uma olhada na campanha o link é esse: https://www.catarse.me/ze_gatao?fbclid=IwAR1esdjsFu5w8lVkpjBX8CDxLtFdr6xE0-k5NOnjZ7oa-su3vSnJjHt7J88 

Dito isso, me pergunto se vale a pena criar quadrinhos autorais, compensa o esforço? É muito tempo gestando um projeto, depois uma batalha feroz para publicar e ao final me deparar com o descaso e incompreensão. 

As vezes em meu íntimo a necessidade de desabafo se faz presente e minha mente cria histórias, não exatamente com o felino, mas situações do cotidiano. Nesses tempos amargos a ideia de fim de mundo me persegue e seria legal eu dar vida em forma de traços a algumas elucubrações, porém, me falta o tempo e energia, tenho me cansado muito facilmente. Vamos aguardar o futuro (se houver um). 

De toda forma sigo sustentando aqueles que dependem de mim com quadrinhos encomendados, graças a Deus, então minha produção segue em frente. 

É óbvio e ululante que esse, até o momento, foi o pior ano de minha existência, dificilmente algum acontecimento ruim irá superar o que me sucedeu em fevereiro e abril. Desejar que 2021 acabe logo não mudará nada, o ano que segue será mais do mesmo para mim. No entanto isso não é motivo para eu não desejar a vocês, meus queridos e queridas, um FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO (tanto quanto seja possível no meio de toda essa confusão que o mundo se tornou).

DEUS ABENÇOE A TODOS!













quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

SIROCO ENTRANDO EM CAMPO DE BATALHA.

Zé Gatão-Siroco entra em campanha pelo Catarse nesta sexta feira. É a segunda vez que o felino se vê dependente de financiamento coletivo para que sua nova aventura chegue aos leitores. A primeira vez (Zé Gatão PADA) considero que foi um desastre (e não por culpa dos realizadores, mas por desinteresse de um público que eu pensei existir), não sei qual será o resultado com Siroco, mas devemos tentar novamente, claro.

Participei de uma live que irá ao ar nesta sexta feira para falar sobre o personagem, a nova aventura e muito mais.

Vou estar no chat respondendo perguntas e tirando dúvidas.

AGUARDO VOCÊS LÁ!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

CORAÇÃO FRIO EM DIAS QUENTES..

 "TEMOS A ARTE PARA NÃO MORRER DA VERDADE" - Friedrich Nietzsche.

Deviam dar um Nobel para o cara que inventou o ventilador, não para quem veio com o ar condicionado, isso é coisa de grã-fino, o ventilador é para o populacho, serve ao pobretão e ao endinheirado, para ambos não morrerem de calor. Outro dia vi um vídeo no You Tube um cara que passeia de bicicleta pelos bairros pobres do Jaboatão a título de fazer denúncias, mostrar a pobreza em todas as cores e quem sabe atrair ajuda para essas comunidades. Gente vivendo num barraco que nem era de madeira ou papelão, mas de paredes e teto de plástico preto, destes semelhantes a sacos de lixo. Recicladores, como se auto intitulam. Me chamou a atenção uma das entrevistadas usar uma camisa com o símbolo do Superman.

Não havia comida na mesa, mas não faltava a tv ligada no Globo e o ventilador. A energia vinha de um "gato" no poste. Aqui chamam de "macaco", "gato" é pelo sul. 

Deviam dar um Nobel também para quem inventou a máquina de lavar roupas. Na verdade deviam dar para todos os inventores que facilitaram a vida de muitos seres humanos, bem, talvez tenham dado e eu estou por fora.

A questão é que está um calor brutal, como sempre, já falei sobre isso muitas e muitas vezes, é que não dá pra se acostumar, sabem. Um ano parece bem mais quente que o anterior e assim sucessivamente. Tenho vivido dias horríveis, agitados, meu tempo totalmente esculhambado, trabalhando até tarde da noite porque durante o dia impera o caos e eu não consigo administrar isso. Imaginem que estamos, eu e Verônica em uma canoa com furos, tentando tirar a água e outros fazendo novos buracos. É isso aí, podem escrever na minha lápide: "AQUI JAZ UM CARA QUE PENSAVA QUE ERA DESENHISTA E PASSOU PELA VIDA ENXUGANDO GELO." Mas já devo ter falado sobre isso também e eu não me lembro.

Minha HBP continua presente, ora pior, ora mais ou menos. Sem minha mãe e o Gil aqui tudo o que citei fica pior, bem pior.

Mas era pra falar sobre arte. Hoje chegou um pacote com algumas unidades do álbum DESENHANDO ANATOMIA - SERES FANTÁSTICOS, enviados pela Editora Criativo. Um livro bacana e que me orgulha muito. Tem um posfácio bem bacana do cineasta Claudio Ellovitch.  Anunciei no Facebook caso alguém se interessasse em comprar. Até agora ninguém se pronunciou, devem estar sem grana, ou.....

Se eu não morrer até lá, minha próxima postagem deve ser para divulgar a inauguração da campanha ZÉ GATÃO - SIROCO no Catarse, o editor Marcos Freitas da Atomic Editora está planejando uma live num canal de quadrinhos do You Tube. Não curto essas coisas, não fico bem em vídeo e tals, mas se ele acha que isso pode alavancar a campanha, então vamos lá, façamos esse sacrifício. 

O que eu curti mesmo é o fato de vir uma revista de umas 40 páginas intitulada PINTURA DE GUERRA com a HQ colorida (já comentada aqui no blog) que empresta o título à edição. Não será um encarte, mas um "mimo" para quem participar de uma das metas. Nela teremos uma entrevista, comentários sobre a produção, esboços de SIROCO e o conto SECA CRUEL, escrito pelo Luca Fiuza e com ilustrações minhas. Serão apenas 50 unidades e não será vendida separado depois.

Como sempre, a arte vem como bálsamo sobre a ferida gangrenada.

As pedras começam a rolar ladeira abaixo, onde elas cairão? Vai depender também de vocês.

Abraços a todos!

                           

sexta-feira, 19 de novembro de 2021

CADA DIA MAIS PRÓXIMO.

 

 Os dias seguem a correnteza da vida, ora correndo mansos, ora tendo que desviar o barco das quebradeiras e curvas traiçoeiras. Fecho os meus olhos no sono e no entanto não descanso o corpo, faço minhas refeições, resolvo as dificuldades do dia a dia com a misericórdia de Deus, realizo o meu trabalho, mesmo com lágrimas, da melhor maneira que posso - embora sempre achando que meu melhor nunca é suficiente - e vou existindo. 

Entretanto sei que tudo isso é um palco onde eu, como perfeito canastrão, represento meu papel. À noite, ao final de cada espetáculo, quando retiro a máscara, após limpar a maquiagem, o medo que me acompanha desde a mais tenra idade se corporifica como entidade malévola. Mas não é um horror de coisas palpáveis e sim pavor de saber que certos sonhos são irrealizáveis, é da certeza de que certas coisas não são possíveis de obter por mais que se deseje e lute. 

Acho que a maioria não entende as coisas que me vão no íntimo. Elas não são devidamente expressáveis em palavras, teriam que estar no meu lugar para saber. 

E nossos barcos seguem os alinhamentos da água, o fluxo inexorável que nos conduz ao mesmo destino. 

Fiquem todos com Deus e obrigado pelos bons auspícios!

  

terça-feira, 9 de novembro de 2021

IDEIAS AO SABOR DO VENTO.

 O calor está forte, beirando o insuportável e acho que ainda vai piorar, sempre é assim até março ou abril. As chuvas aqui não conseguem esfriar o clima e quando chegam causam um desastre alagando ruas e acabando com a vida (literalmente) de muitas pessoas que tem a má sorte de habitar próximo a córregos e morros, e ainda deixam de herança os terríveis pernilongos, aqui chamados de muriçocas. Se tem uma coisa que odeio de morte são insetos, mosquitos, baratas, argh! Não a toa no meu universo antropomorfo eles são os grandes vilões, monstros repulsivos que ninguém suporta. Tenho muita simpatia pelos pássaros, eles comem insetos. Mas os répteis também se alimentam dos seres de seis patas e não nutro afeição por eles. Mas gosto de gatos e desdenho dos cães. Na verdade gosto dos cães, é sério, tivemos dogs em casa, éramos crianças. Nas minhas HQs do Zé Gatão eles são aqueles tipos que fazem seu trabalho, os paus mandados dos superiores, milicos ou seguranças em sua maioria. Hoje eu vinha pela rua perdido em meio a um rio de saudades quando um cachorro surgiu no horizonte e lá veio ele rosnado para o meu lado, parou uns metros à frente e começou a latir, eu avançava e ele recuava, sempre latindo como um imbecil, não dei atenção e prossegui, ele cansou e seguiu por outra direção em uma esquina. Se tivesse mais de um eu teria motivos para me preocupar (isso já aconteceu algumas vezes na minha vida), entendem o que quero dizer? É um bicho covarde que ataca em bando. Claro que falo de cães de rua. Agora os gatos não, ficam lá na deles, se lambendo e dormindo preguiçosamente durante toda a tarde, quando passo fico a observa-los e eles olhando de volta como quem diz: "tá olhando o quê, idiota?". 

Bem, chega de falar sobre a natureza. Prossigo na labuta diária de produzir páginas de quadrinhos para três clientes distintos. Amo o que faço mas as vezes tenho a impressão que meu cérebro vai virar gelatina, as juntas do meu indicador direito estão sensíveis, doem. Mas as artes estão ficando boas.

Minha multifuncional, depois de me auxiliar por tantos anos se despediu. Primeiro foi a impressora que deu pau, agora por fim, o scanner. A luz acende mas ele não responde mais, como se estivesse em estado vegetativo. Tirei dinheiro de onde não tenho e comprei uma nova. Ainda estamos nos entendendo, uma outra marca e eu aprendendo como usar. É assim em tudo na vida. No passado, eu convivia com uma mulher e conhecia bem seus hábitos e humores, depois com outra eu tinha que me readaptar a uma outra situação. Bah, aqui estou eu filosofando idiotamente como sempre.

O grande mestre e artista Flávio Colin volta a ser publicado. Editoras pequenas tem colocado na praça álbuns de luxo com capa dura e tudo mais. Eu, claro, me esforço para prestigiar pois sou grande fã (tem um texto meu sobre ele que pode ser lido aqui: http://eduardoschloesser.blogspot.com/2011/01/obras-que-recomendo-estorias-gerais.html). Essa redescoberta é mais que bem vinda para quem gosta de um bom quadrinho, mas para ele, no meu entender, tanto faz. Fico triste com isso mas alegre pela família dele pois são eles que colhem os frutos, esse é o legado do artista. 

Melhor para o Mozart Couto que também ressurge em álbuns com grande acabamento gráfico (Zamor e Brakan) pois ainda está vivo e pode vindimar os louros de seu talento.

E por fim, um Venom que fiz há um tempinho atrás. Não, não vi o novo filme.

Fiz só pra desopilar mesmo.

Beijos a todos.


segunda-feira, 25 de outubro de 2021

A SENSAÇÃO DO VINHO TORNADO EM VINAGRE.

 Boa noite, como vão vocês?

Eu? Bem, seguindo.....    amanhã (dia 26) minha mãe faria 78 anos. E na quinta (dia 28) meu irmão Gil completaria 52. Então, creio que não preciso dar detalhes do vazio que engole minha alma como o buraco mais negro. Podemos pular essa parte e falar um pouco sobre minhas tristes caminhadas até o comércio para comprar pequenas coisas, só nesses momentos é que eu saio um pouco de casa; nas filas, as pessoas quase apagadas para mim, como vultos. Um detalhe: cada vez menos respeitam o tal distanciamento social, elas parecem não ter rostos (ou eu que não vejo?). De um tempo pra cá, posterior à transformação abrupta do mundo, só vemos os olhos das pessoas. Pra mim, na verdade, muito antes disso, a maioria sempre me pareceu cinza, gasta, como se fossem feitas de papelão. Sombras que saem de seus esconderijos para levar seus cães pra cagar. 

Oitenta por cento do meu tempo eu passo sentado na prancheta brincando de ser desenhista, convencendo a mim mesmo que ganho meu dinheiro honestamente sem enganar os outros. Digo isso porque meus traços atuais me parecem saídos a fórceps, não me parecem espontâneos. O vigor e naturalidade parecem ter me abandonado. Dou o melhor de mim e mais que nunca parece não ser o suficiente. Mas não há o que eu possa fazer, tenho que colocar comida na mesa e não tenho tempo para encontrar um modo de ressuscitar o velho artista do Zé Gatão que desenhava quase por instinto e produzia das entranhas e não do cérebro (e não digo isso afirmando que antes eu era bom).

Três projetos alternadamente cansam um bocado, principalmente neste calor, o cérebro parece se transformar em gelatina. No mais recente, eu crio o roteiro também e este é o que tem o prazo mais apertado. Ouço falar de artista do passado, tipo Jack Kirby e John Bucema que desenhavam várias páginas por dia (o que colocavam na água deles?). Bem, vi certa vez algumas páginas do Bucema para a Espada Selvagem de Conan que mais pareciam garranchos e que foram transformadas em obras de arte pela arte final do Alfredo Alcala. 

Esboço do meu mais novo projeto.

Bem, meus queridos e queridas, venho aqui sempre que puder respirar um pouco para dar notícias e se for o caso, como hoje, desabafar um pouco com vocês.

Se cuidem.

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

UM PAPO BREVE (e sem arte nova para mostrar).

 Neste exato momento estou cansado, muito cansado. Minha mão direita dói, mais especificamente meu dedo indicador, isto porque trabalhei bastante, na verdade não tanto como gostaria, houve tempo em que eu fazia mais de uma página de quadrinho a lápis por dia e não me queixava, hoje fiz uma e me sinto exaurido. Stress? Idade? A soma dos dois? Pode ser. Eu deveria trabalhar mais, o tempo urge, mas a verdade é que não consigo. Melhor parar para não comprometer a qualidade das obras.

Mas é este cansaço adicionado a um enfado da alma que na maioria das vezes me impede de sentar aqui e trocar umas ideias com vocês. Antes tinha um pensamento, traduzia em palavras e elas ficavam registradas aqui. Quase toda as minhas memórias estão registradas neste blog, as de maior relevância, pelo menos. Faltou, eu sei, o período de vida militar que durou quase dois anos e nem sei se terei fôlego e disposição para tais relatos....talvez se eu dividir em pequenos capítulos eu consiga, quem sabe?

Hoje, em meio ao luto que ainda é muito evidente e mastiga a minha alma de infante, recordei um pouco o passado, lembrei de uns parentes do meu pai que vinham se hospedar em nosso apartamento em Brasília, evoquei a Fifi, nossa cadelinha pincher, todo o final dos anos 70, enfim.

Esses tios, tias e primos, primos em segundo grau e tutti quanti, vinham geralmente de Belém do Pará com destino à São Paulo e no caminho ficava o Planalto Central, porque se hospedar em um hotel se podiam ficar num baita apartamento com tudo à disposição, não é mesmo? Verdade seja dita que meu pai tinha prazer em recebê-los, e minha mãe sempre foi boa anfitriã. Meus irmãos eram muito tenros, nem sei se para eles fazia alguma diferença, mas para mim aquilo tudo era horrível, nunca havia espaço nem privacidade, os primos eram os sabichões que me tratavam como seu fosse um bocó do interior por eu ter esse temperamento serio e arredio, sempre foi assim. Não rememoro isso com raiva, não, juro!

Bem, o caso é que essa sobrinha do meu pai (ela quase tinha a idade dele, era a primogênita da minha tia mais velha) estava em vias de separar do marido e veio ficar uns tempos com a gente. Ela e os filhos. Para mim aquilo nunca foi legal. Hoje todo mundo é adulto e gente "séria", mas o período da infância pode ser bem infeliz dependendo do temperamento do pirralho, se é menos ou mais suscetível. Eu sempre fui uma espécie de anão (ou corcunda). 

No começo da estada deles lá, tudo bem, depois a coisa começou a azedar, como tudo azeda com o tempo. Eu fui para umas férias no Rio de Janeiro e minha mãe contou umas coisas daqueles tempos que rememorando hoje acho até cômico. Um desses fatos me assaltou a mente hoje: a tal prima tinha ido à rua e voltou com um certo pacote e se fechou com a filha no quarto. Minha mãe bateu na porta para comunicar alguma coisa e só atenderam depois de uns longos minutos, nesse meio tempo a Fifi entrou no cômodo, mamãe e a sobrinha do meu pai falavam quando elas viram a cachorrinha comendo um bolo atrás da cortina. Foi isso, a paraense comprou um petisco e se trancou no aposento para degustar sozinha com a filha e quando minha mãe bateu na porta elas ocultaram a guloseima, não contavam com o faro da Fifi. Feio, né?  

Uma coisa que lembro bem é que toda vez que aquela mulher entrava no banheiro deixava um insuportável cheiro de merda que demorava um tempo anormal para sair.

Claro que o casal se reconciliou para se separar de novo e voltar a se reunir.  

Certa vez, já nos anos 90, em São Paulo, ela fazia uma excursão (não sei de onde para onde) e o ônibus parou na Praça Princesa Isabel, próximo de onde morávamos e ela foi até nós, só para falar de suas viagens pela Europa e torcer o nariz para nossa decadência. Blá, blá, Grécia, blá, blá, Espanha, blá, blá, minha filha se casou com um cara endinheirado e foi morar em tal lugar no exterior, blá, blá, Bélgica.

Olhou o relógio, estava na hora de voltar à excursão. Pediu pra usar o banheiro. Cagou e foi embora deixando no ar de nosso humilde apartamento aquele cheiro de bosta e alguma depressão. Eram dias frios e cinzentos em São Paulo.

Não tão frios e cinzentos como são hoje em dia, apesar do calor.  

UMA VIDA NORMAL

   Eu queria muito vir aqui com notícias boas. Na verdade tenho sim, boas notícias, uma delas é que fiz agora há pouco a minha terceira refe...