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quinta-feira, 21 de maio de 2015

ZÉ GATÃO - DAQUI PARA A ETERNIDADE, ANUNCIADO.



A última e trágica aventura do Felino Taciturno deve chegar às livrarias muito em breve. Pensava em anunciar quando o livro já estivesse pronto, mas não tem sentido eu fazer mistério quando a editora comunica no Universo HQ ( http://www.universohq.com/noticias/acordes-2-paralelas-e-ze-gatao-mais-tres-quadrinhos-nacionais-pela-devir/ ).

O Editor Leandro Luigi Del Manto mandou-me dias atrás uma foto com as provas da gráfica. Mesmo depois de velho e bastante carimbado, sinto uma expectativa juvenil, uma enorme ansiedade por ter a cria nas mãos e lambê-la por muito tempo.


A saga, iniciada em Memento Mori, foi fruto da forma que sentia o mundo ao meu redor, muitas vezes ela serviu como uma redoma protetora contra as pedras que caíam. Pedras estas que nem sempre são atiradas, elas simplismente caem. Ver a conclusão chegar ao público que sempre me prestigiou dá uma sensação bendita de missão cumprida.

Voltarei a este tema conforme as novidades forem chegando.

Bom fim de semana a todos.


terça-feira, 19 de maio de 2015

NOITE NA TAVERNA (CENA 8)


Era pra ter postado ontem a noite mas não consegui. Caos, mente cansada, tempo curto, há trabalho pra fazer mas estou desconcentrado e um tanto sem rumo. Na verdade o que pretendia escrever aqui era algo totalmente diferente. Tinha a ver com minhas ideias sobre BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO, discorrer um pouco sobre o lumpenproletariado como massa de manobra no sistema marxista e todas essas coisas, mas confesso não estar com o menor ânimo pra esses pensamentos.

Como sempre, acostumados a certos confortos da civilização, ao nos vermos privados dele sentimos o quanto estamos dependentes. Hoje não tem água aqui no prédio. Motivo? Um bandido pulou o muro como um rato ninja e roubou a bomba d´água. Não sabemos mais que isso. No lugar deixou suas sandálias imundas. Vou poupá-los dos detalhes de como descobriram o furto, mas nestas horas penso em como estamos expostos ao perigo. Deve ter sido obra de um trombadinha de merda, mas se fossem bandidos ousados e armados para fazer um arrastão em todos os apartamentos? Não quero nem pensar.

Bem, a vida segue (mesmo sem água, sei lá por quanto tempo).

A dengue deixou um pouco de dor nos olhos e um cansaço de quem escalou um poço profundo, mas é mais mental que físico. Mas está tudo bem. Temos que ser pacientes, continuar trabalhando e esperando o tempo do Senhor.

Hoje, pra vocês, mais uma imagem de Noite na Taverna.

Inté.



quinta-feira, 14 de maio de 2015

VERDUGO, O INACREDITÁVEL.


Boa noite, amados e amadas. Em primeiro lugar meus agradecimentos a todos pela preocupação com a saúde deste que vos escreve. Estou bem melhor hoje, ainda com um pouco de dor nos olhos, que aliás, estão bem vermelhos, mas ontem foi horrível, muita dor na cabeça e nas juntas, fora o formigamento na pele sensível. Continuo de molho mas penso que o pior já passou (espero). Dengue é uma doença dos infernos, e olhe que existe a hemorrágica! Credo!

Verônica Saiki, uma artista de Brasília, me pediu uma versão de seu personagem, Verdugo (confira o blog dela aqui: http://www.verdugooinacreditavel.com.br/ ) e aproveitei para fazer uma das minhas viagens alucinadas. Mesmo num desenho cartunesco minha veia agressiva se faz presente, não tenho como fugir.


Eu queria falar um pouco mais com vocês mas estou ainda meio enfraquecido, sobretudo na mente. Fica pra semana que vem, o post seguinte, se tudo correr como planejo, terá um texto bem longo. Pretendo dividir com vocês mais algumas das minhas memórias do tempo em que morei na Cidade Maravilhosa, vamos ver.

Amanhã já é sexta, então até segunda ou terça próxima, se Deus quiser.

terça-feira, 12 de maio de 2015

UMA IMAGEM DA BÍBLIA E A SENSAÇÃO DE PEQUENAS FORMIGAS MORDENDO POR DEBAIXO DA PELE.


Hello, folks!

Muito breve hoje. Estou com dengue. Pelo menos possuo todos os sintomas. Cabeça pesada, dores no globo ocular, muito cansaço nas pernas e vermelhidão na pele, a desagradável sensação de milhares de minúsculas agulhas me perfurando de dentro pra fora. Mas nada tão intenso.

Não há um mísero posto de saúde por perto. Se não apresentar melhoras até amanhã terei que sair cedinho e ir na cidade ver se é Dengue mesmo.

A Verônica está me ordenando repouso e vocês sabem, com as esposas não se discute, obedece-se.

A arte de hoje é uma cena da Bíblia 3 em quadrinhos, o momento em que Jesus cura um leproso.

Fiquem todos bem.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

NOITE NA TAVERNA (CENA 7)


Só me lembrei de postar alguma coisa neste blog agora no final da tarde. Também, foi um daqueles dias corridos, sempre com as presas das horas querendo nos morder as nádegas.
Logo cedo fui acompanhar a Verônica para um exame de rotina. O sol já ardia com fúria às 7 e 30 da matina. Ela estava em jejum desde a noite anterior. Devo dizer que mudamos o nosso plano de saúde porque o anterior estava a beira da falência, muitos médicos e clínicas já tinha pulado fora do barco. Este que agora pagamos com a dificuldade de sempre possui clínicas e laboratórios próprios, parece uma coisa bacana mas não é. Tudo é longe pra caralho e o atendimento é...bem, eu diria insatisfatório. Ontem a tarde perdemos uns 40 minutos falando com uma dessas atendentes eletrônicas e na hora de pedir informações para um funcionário "humano" a única coisa que se ouvia era uma triste melodia ao piano. Quando por fim falei com alguém, os três telefones que me passaram para obter uma informação básica chamavam e não atendiam.

Chegamos ao laboratório no bairro mais próximo de nossa casa e fiquei estupefato com a quantidade de gente no local. Deram-nos uma senha e ficamos esperando. A Vera normalmente não curte muito conversar nesses lugares, não levei meu sketchbook, então tivemos que nos contentar em ver (não ouvir, a tv estava baixa e o ruído no local era muito grande) a apresentadora Ana Maria Braga e aquele papagaio dela confabulando sobre sei lá o quê. Devia ser sobre o Dia das Mães pois exibiam uma foto do Luciano Huck e uma senhora que devia ser a mãe dele, o nariz e a boca eram idênticos.
Eu preferi observar as pessoas. Muitos idosos, crianças de colo e mulheres buchudas. Parecem típicos nesses locais. Dá pena.
Pensei: 200 ou 300 reais que cada uma dessas pessoas pagam mensalmente dá uma boa grana, poderiam aumentar as salas de coleta e contratar mais profissionais para evitar que tantos percam tempo esperando a sua vez.
Conclusão? Os exames da Vera pediam 12 horas de jejum, 14 horas é o máximo tolerado, passando disso os resultados podem dar alteração, e quando fomos falar com a atendente já passavam de 14 horas e meia. Ela aconselhou a voltarmos amanhã (sábado), disse que a encaixaria assim que ela chegasse se não houvessem muitos prioritários na frente, pediu desculpas e culpou o "sistema" que naquele dia estava muito lento.

Como dizem, amanhã é outro dia.

Deixo vocês com mais uma imagem deste clássico e desejo a todos um FELIZ DIA DAS MÃES.



terça-feira, 5 de maio de 2015

NADA NOVO.


Não tem sido fácil as últimas semanas, na verdade não existem dias livres de complicações, apenas alguns breves momentos para tomar fôlego. Não é assim pra todo mundo, eu sei, sua colheita depende muito do que você planta, das escolhas que você faz. O resto é sempre algo ou alguém para encher o saco, mesmo você não procurando por isto. E neste clima de crises anunciadas e por mim sentidas já desde algum tempo, seguimos remando contra a maré. Sempre em frente.

Após terminar Miguel Strogoff, de Júlio Verne (excelente!), finalmente leio Don Quixote, livro adiado por não me achar pronto para ele desde que eu tinha uns vinte e tantos anos! E creio que fiz bem em esperar, hoje, acho que posso desfrutá-lo da maneira correta. Leio devagar como sempre, como quem aprecia uma suave e saborosa bebida.

Nos quadrinhos ando numa fase de ler super-herói, como que para quebrar um jejum de quase duas décadas sem me debruçar sobre o tema, mas isto se deve principalmente à falta de opções. Intento reler alguns clássicos europeus mas os personagens coloridos, de narrativa rápida, tem me caído no colo, então não me faço de rogado.
No momento leio Quarteto fantástico - O Fim, roteiro e arte do inglês Alan Davis e estou achando muito chato, não que seja mal escrito, muito pelo contrário, é que o tema sci-fi nas hqs não me toca. Gostei muito mais de O Velho Logan, sobre um Wolverine já idoso, que devorei de uma sentada só (embora ache que o Mark Millar - o escritor - exagera demais em alguns pontos).

Ainda sobre os heróis, e na verdade bem influenciado por eles, assisti à série do Demolidor, não consegui parar de ver e matei todos os episódios em pouco tempo. Queria ter feito um post com uma arte rabiscada do personagem, mas não arrumei ocasião para desenhá-lo. Pois é, tempo para ver a série eu busquei, mas não para fazer um esboço. Bem, uma coisa é relaxar e se deixar levar por uma aventura bem construída, outra é sentar e criar uma imagem que te satisfaça. É complicado.
Assisto também Agentes da Shield, nada demais, mas dá para distrair no final da noite.

Ainda não vi Vingadores - A Era de Ultron.

Música? Ouço direto, como sempre, coisa antiga, de 80 para trás. No momento ouço The Cars, banda de rock rotulada de new wave. Pra se sincero só gosto do primeiro e penúltimo disco.

Minha produção atual anda devagar, as vezes demoro a achar a nota certa.
Abaixo, uma amostra do que será o meu próximo livro. Sigo tentando.


terça-feira, 28 de abril de 2015

NOITE NA TAVERNA (CENA 6)

Bom dia a todos.

Não tem jeito, apesar de toda a proteção, sempre aparece, cedo ou tarde, a porra de um vírus no computador. A mente que concebeu este tipo de coisa deve ser bastante diabólica (coloco no presente pois tal pessoa - ou pessoas - deve(m) estar viva(s) ainda). Imagino os criadores dos vírus de computador como piratas na antiguidade ou os pichadores em nosso tempo. Há quem diga que essas pragas são criadas pelas mesmas empresas que vendem os anti-vírus. Sei lá, não duvido de mais nada.

Aquelas mesmas porcarias de reclames no alto de cada página que abro apareceram assim, do nada. Entrei numa página qualquer domingo a tarde e meu anti-vírus comunicou uma ameaça e avisava que já a tinha removido. Depois disso voltaram as tais propagandas de produtos milagrosos e bundas oferecidas. Não vou nem esquentar a cabeça por hora pois preciso do PC para trabalhar e não tenho como reformatá-lo no momento.

A Escrava Isaura foi entregue. Ao que tudo indica será mesmo o último clássico que desenho para esta editora. Optei por trabalhar nela com um pincel mais grosso, com menos detalhes que normalmente coloco em artes assim. Quis uma personalidade mais forte para esta obra, nada de delicadezas, antes, um certo tormento.

Mas não chorem, tenho vários livros ilustrados ainda não mostrados aqui que darão o ar de sua graça no devido tempo, se o Todo Poderoso assim o permitir, como mais esta cena de Noite na Taverna.

Uma boa semana pra vocês.

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