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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TOP! TOP! Convenção Paraibana de Quadrinhos


Meus caros, dia 02 de dezembro estarei na TOP! TOP! Convenção Paraibana de Quadrinhos participando
de uma mesa redonda onde será discutido a produção independente de hqs e também autografando alguns álbuns.
Quem estiver em João Pessoa nos dias 01 e 02, apareça pra um papo.

Abaixo, as informações que "roubei" do site do evento.

Abraços a todos.

 
Sábado – 01 de dezembro




10h - Abertura – Feira de quadrinhos

10:30h – Oficina com Ricardo Jaime

Anatomia e Luz e Sombra

Local: Sala Flama


15:30h – Bate Papo - Gerações com Deodato Pai e Mike Deodato

Mediação: Renato Félix (Jornalista e crítico de cinema)

Local: Sala Flama


 


17h – Sessão de Autógrafos

Local: Espaço do Autor

A arte cartum de Mike Deodato Jr – Deodato Jr

Espedito de Ricardo Jaime


18:30h - Exibição do documentário Profissão Cartunista Ziraldo e bate papo com a presença da diretora Marisa Furtado de Oliveira.

Mediação: Renato Félix(Jornalista e critíco de cinema)



Domingo - 02 de dezembro


10h – Abertura – Feira de quadrinhos


10:30h – Oficina de Roteiro - Renato Medeiros

Local: Sala Flama


14h – Lançamento duplo no stand da Comic House:

Rurouni Kenshin vol 1

Sketchbook de Joe Benett (lançamento nacional)


14h – Mesa Redonda – Mercado Internacional & Produção Independente com Henrique Magalhães, Celina Muniz, Eduardo Schloesseer(Zé Gatão), Thaïs Gualberto (Coletivo WC), Beto Potygrara (Republica dos Quadrinhos), Jack Herbert (Kirby Genesis).

Mediação: Audaci Jr (Jornalista e Quadrinista)
Local: Sala Itabira


14h – Oficina - Criação de personagens nas histórias em quadrinhos com o Prof. Alberto Pessoa

Local: Sala Maria


14h - Oficina de Arte final com a quadrinista Paloma Diniz

Local: Sala Bat – Madame


14h – Exibição do documentário Marginal – Aborda a carreira e influências do quadrinista Shiko.

Local: Sala Fradim

com presença do diretor Bruno Leite

Mediação: Audaci Jr


14:30h – Oficina de desenho estilo mangá com Paulo Morais e Giovana Leandro

Local: Sala Bartolo


15h – Palestra - A representação da identidade negra nas HQs brasileiras – Com Beto Potyguara (Bacharel e Licenciado em História pela UFRN, Quadrinista e Design Gráfico)

Local: Sala Top! Top!


15h – Exibição do documentário Rodolfo Zalla: Ao mestre com carinho

Local: Sala Flama


15h – Sessão de Autógrafos

Local: Espaço do Autor

Emir Ribeiro 40 anos de Velta

GG Carsan lançando o livro Tex no Brasil


16:00h – Mesa Redonda Literatura e Quadrinhos - John Monteiro(quadrinista)  Mascaro(desenhista da Ragu) e Alfredo Albuquerque(escritor e fanzineiro)
Local: Sala Fradin 
Mediação: 
André Aguiar (escritor) & Audaci Jr                                                            (jornalista e quadrinista)

16h - Como preparar seu Portfolio – com os professores Izaac Brito e Januncio Neto

Local: Sala Bartolo


17:00h – Sessão de Autógrafos
Local: Espaço do Autor
Mascaro lançando Ragu Cordel;
Igor Tadeu com One Hits Wonders;
Alfredo Albuquerque com o fanzine tr3sdoi2;
Eduardo Schloesseer com o álbum Zé Gatão


18:00h – Exibição do documentaŕio Malditos Cartunistas

Local: Sala Flama


19:30 - Exibição documentário Profissão Cartunista Will Eisner
com presença de Marisa Furtado de Oliveira

Local: Sala Flama

Mediação: Audaci Jr (Jornalista  eQuadrinista)





*Os interessados em participar das oficinas devem remeter um e-mail para: manasses@comichouse.com.br. No e-mail o candidato(a) deverá informar qual oficina deseja participar, nome completo, endereço e telefone.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CADERNO DE ESBOÇOS ( 01 )


Acontece assim: as vezes sobra um pouco de nanquim no recipiente e eu para não desperdiça-lo pego um pincel e sigo espalhando tinta, sem esboçar, nem nada. O que sai são coisas deste tipo. Há quem goste, dizendo que são traços bem naturais.


Sketchbooks estão na moda, tem artistas que juntam um monte de esboços num caderno e depois publicam em livros de tiragem limitada que são disputados a tapa. Eu mesmo gosto bastante, mas nunca comprei nenhum, são caros pra cacete!


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

SENHORA ( 02 )


 
Mais alguma artes criada para o livro "Senhora" do José de Alencar pra começar a semana.
Olhando hoje, depois de tanto tempo, estes desenhos paracem muito formais, pouco inspirados.
Já disse aqui outras tantas vezes que procuro para cada narrativa, dar um tom através do traço, que traduza minhas impressões sobre o tema, e para mim, os livros do Alencar me trazem essa sensação de emoções (sejam quais forem) elevadas a enésima potência de forma um tanto forçada. Não considero aqui estilo ou época em que tais obras foram criadas, simplismente é o que fica impresso em minha mente ao ler suas palavras. No meio disso, penso que não dei o tratamento devido à obra. Mas estas, infelizmente, são coisas que só se percebo muito tempo depois, quando as ilustrações estão impressas e mais nada pode se fazer a respeito. 



Boa semana a todos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O MISTERIOSO CASO DOS LOBISOMENS GIGANTES ( CENA 04 )


Amadas e amados, depois de um longo inverno meus lobisomens gigantes voltam a dar o ar de sua graça. Esta peça demorou mais um pouco, pois inicialmente eu a tinha feito numa outra técnica, porém, meu scaner quando deu um probleminha fui me servir dos préstimos de uma lan house, no percurso aproveitei para cuidar de outros assuntos, um deles era ir ao mercado comprar algumas coisas. Eu acho que esqueci o envelope com a arte no balcão do caixa na hora de pagar, pois é a última lembrança que tenho dele. Quando dei pela falta, voltei correndo ao local. Tarde demais. Ninguém sequer lembrava de ter visto o tal envelope. Ainda voltei no dia seguinte pra ver se alguma boa alma tinha encontrado e deixado na gerência. Nada. Junto, foi-se um livro muito bom sobre mitos brasileiros que o Douglas da Devir tinha me presenteado. Vocês não podem imaginar como é frustrante uma coisa destas. Perder um original só não é mais doloroso que perder um filho na multidão.
Mas, bola pra frente, com a ideia na cabeça, recuperado do stresse (muitos meses depois) resolvi colocar tudo no papel de novo, mas desta vez com outro material.
Quis evocar desta vez, com cor, um pouco mais o clima dos monstros do mestre Ray Harryhausen. São os meus voos de fantasia, como costumo chamar.
Bom final de semana a todos.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O QUE ANDO LENDO, ASSISTINDO E OUVINDO.


Quase não tenho tido tempo de ler ou mesmo assistir um bom filme. Hoje os tempos são outros, e olhen que não tenho filhos pequenos. O trabalho toma quase todo os meus dias, de domingo a domingo, mas ainda dá para ouvir boa música. Acabo de concluir as ilustrações de "A Luneta Mágica" do Joaquim Manoel de Macedo e já engato na "Uma Véspera de Reis" do Arthur Azevedo. Claro que tenho que ler esses livros para fazer as artes, mas isso não conta exatamente como prazer, uma vez que não tenho como saborear as palavras como é do meu agrado. Tem vezes que passo uma vista d´olhos na página e o editor sugere umas imagens. Mas leitura é algo que me obrigo, seja em que tempo for.
Atualmente só consigo ler em coletivos ou em salas de espera de consultórios médicos.

Estou no finzinho de "Tribulações De Um Chinês Na china" do Júlio Verne. Muito bom, e mal consigo imaginar o destino de Kin-Fo. Há trechos enfadonhos é verdade, quando Verne, talvez para dar uma visão mais clara ao povo ocidental da arquitetura, trajes ou mesmo costumes da China, faz descrições minuciosas, mas isto não tira o brilho da prosa deste fantástico escritor. O único outro livro dele que tive o prazer de ler foi Viagem Ao Centro Da Terra, ainda na adolescência.


Uma boa história em quadrinhos não pode faltar, mas estas eu leio na prancheta mesmo, nos intervalos que me obrigo entre uma arte e outra, vou absorvendo assim, a conta-gotas.

Acabo de ler a edição completa do Vira - Lata. Legal. A primeira história ainda é a melhor, o resto, é didática demais e quebra um pouco o rítmo, mas entende-se, sua função nas demais narrativas era educar os presos do Carandiru quanto ao sexo seguro. Um bom quadrinho nacional apesar do preço salgadíssimo.


 As restantes foram emprestadas por um amigo. Vamos a elas:

Mulher - Gato, Cidade Eterna.
Não tenho mais paciência pra gibi de herói, mas como a Selina Kyle é uma vilã, resolvi dar uma colher de chá. Putz, gostei bastante. Tá certo, poderia ser mais dark, mais violenta, a história pedia isto, mas não posso me esquecer que quadrinhos mainstream produzidos nos EUA, tem seus limites. Mas o roteiro do Jeph Loeb casa perfeitamente com a arte do Tim Sale, um artista que consegue muito bem detalhar as cenas com pincel.


Quem me conhece bem sabe que não sou chegado em mangá, mas Monster do Naoki Uraswa realmente merece uma leitura atenta, só não teço comentários mais detalhados pois a saga toda parece ter 15 edições e ainda estou lendo a terceira. Nada é o que parece na história. Gosto disso.
Do mesmo autor, li a primeira parte de 20 Century Boys, e estou gostando.



O último filme que vi no cinema foi o novo 007 - Skyfall, é bom, diverte, mas com o Daniel Craig ainda prefiro Cassino Royale.

Ma tv, semana passada eu e Verônica terminamos de assistir a quinta temporada de Dexter, de todas, a mais fraca, mas inda assim segura a onda, afinal este serial killer que só mata assassinos violentos, está sempre a um passo de ser pego, e os minutos finais são de tirar o fôlego. Mal posso esperar pela próxima temporada.


Como muita gente sabe, só ouço música da década de 70 para trás (tá, alguma coisa dos anos 80 também), atualmente estou ouvindo Roy Orbinson de novo. Sabem, estou convencido que o velho Roy só não fez mais sucesso que Elvis porque não era bonito. Acho que disse tudo.


Bem, por hoje basta.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ANTONIO.


Depois de alguns meses morando no Brasília Pálace Hotel, o apartamento funcional a que meu pai tinha direito finalmente ficara disponível, e foi com certa tristeza que mais uma vez nos mudamos, agora pra sentir pra valer as diferenças entre São Paulo e o Distrito Federal, pois no hotel sempre haviam acontecimentos um tanto peculiares que não nos deixavam submergir totalmente em uma nova e pacata rotina de vida. O tal apartamento situava-se na SQN 104, bloco "C", bem ao lado da escola onde já estudava desde o princípio do ano (os que me acompanham neste blog a mais tempo, hão de se lembrar da postagens sobre minha chegada a Brasília e meu encontro com o Raul Seixas).
Ficamos lá por cerca de um ano (fomos depois para a SQS 202) mas foram tantos fatos ocorridos ali que a impressão que dá é que foram no mínimo uns cinco anos. Eu precisaria de pelo menos mais umas duas postagens para relatar os casos mais pitorescos, sofri muito bulling aquele ano, brigava quase toda a semana, mas isto fica para uma outra vez, quem sabe; o objetivo real ao dividir com vocês estas lembranças é para falar do Antonio, um colega de sala de aula, que vez por outra vem se fazer presente em minhas reminicências, e isto por um motivo bem característico: ele tinha um problema de dicção que o impedia de proferir as letras "R" e "L" numa palavra. Analizando hoje, posso imginar que sua lingua travava, não chegando a bater a ponta no céu da boca, substituindo as referidas letras por um "V". O curioso é que só eu parecia notar isto.

O Antonio era um rapagão alto, encardido e mal-ajambrado, sempre com as roupas rotas e sujas, morador da Vila Planalto, metido a boa praça (e no fundo talvez fosse mesmo). Ele me chamou a atenção logo no primeiro dia de aula, quando entrou em sala como se fosse dono do lugar, a camisa aberta e as calças caídas deixando entrever a cueca (hoje é moda, mas não em 1975). A professora, uma moça muito bonita, de olhos verdes, fuzilou:
- Antonio, feche essa camisa menino!
- Tô cum cavor, fessova! Respondeu ele num tom debochado. E a camisa continuou aberta, ninguém ligou. Estranhei. Em São Paulo, no Caetano de Campos, isto seria inadmissível. Talvez o processo de desmantelamento da educação começasse ali, uma nova modalidade de ensino, com talvez mais "liberdade" para o aluno, teorias quiçá engendradas por educadores a la Roberto Freire e tutti quanti.
Não lembro como, mas fiquei próximo do Antonio, e cada vez que ele falava eu desatava a rir, acho que ele nunca soube o porque. Na boca dele esta frase saíria assim: " O candidato Vuís Inácio Vuva da Silva sevía um cava muito vegal se não fosse aqueva barba."
Era briguento, e cada vez que ele falava "desci o cacete naqueve cava" eu dava uma gargalhada. "Esse cava é vouco, fica rindo a toa, cava mavuco do cavalho!"

Certa vez, por um motivo fútil o Antonio parou de falar comigo "ou favar, como eve divia", e passou a andar com o Miguel, este foi o primeiro cara que se tornou meu amigo, pois ambos éramos estranhos ao Planalto Central, ele era pelo menos dois anos mais velho que nós, repetente, um indivíduo burrão e de grande porte, mulato sarará, com cabeça, mãos e pés enormes, desproporcionais ao resto do corpo, filho de militar. Ele e o Antonio não se davam por sei lá que motivo, deve ter ficado enciumado quando me via conversando com seu desafeto e se afastou. Os dois se associaram para me encher o saco. Davam ombradas quando passavam por mim no pátio, pisavam no meu pé, barravam minha entrada no banheiro e bobagens deste tipo. Depois cansaram e voltaram a falar comigo, cada um a seu tempo. Coisas de garotos.
Um fato que merece registro é que no período que ainda residia no Brasília Pálace Hotel, certa tarde, convidei o Antonio para tomar banho de piscina comigo. Como ele tinha um aspecto de menino de rua, o segurança do hotel e o maitre se manifestaram contra, eu disse que ele era um amigo da escola e a contragosto, permitiram. Apesar de ser bem maior que eu, dentro d´agua o cara pareceu encolher de tamanho, ficando sucetível às minhas brincadeiras, tinha medo de se afogar no raso.

Aquele ano acabou e eu continuei no ano seguinte na Escola Classe 104 Norte. O Miguel foi para o Colégio Militar (sabe-se lá como) e do Antonio nunca mais tive notícias. Mas o seu jeito próprio de se expressar o manteve em minha memória, tanto assim que aquele dálmata que aparece em "ZÉ GATÃO - PINTURA DE GUERRA", fala com a mesma dicção que ele.

É isto amigos e amigas, hoje não teve desenho, mas na próxima terá, se Deus quiser, como diria meu coleguinha Antonio, "a gente vai se favando, até qualquer hova". 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

UM BREVE DIA LONGO.



Boa noite a todos.
Era minha intenção escrever hoje um daqueles meus desabafos travestidos de crônicas do cotidiano, impulsionado por um acontecimento que presenciei numa fila de mercado, mas confesso que perdi o pique. Foi, pra variar, um daqueles dias arrastados e cansativos, cheio de pressão, onde meu trabalho só foi concluído por pura força de vontade. Não via a hora de sentar em frente ao computador e relaxar um pouco para dividir com vocês um tiquinho dos meus pensamentos, mas a fadiga (principalmente mental) cria estáticas no meu raciocínio, portanto, fica para uma outra ocasião.
Deixo com vocês alguma ilustras criadas para os livros clássicos, Lima Barreto, Machado, José de Alencar (acho que é isto), tenho trabalhado num rítmo tão vertiginoso que as vezes não tenho certeza de qual desenho corresponde a qual narrativa.
Bem, é isto aí. Acho que vou agora assistir um filme pra espantar os vestígios de um dia pedreira.
Bom feriado procêis.














segunda-feira, 12 de novembro de 2012

SENHORA ( 01 )




O livro foi publicado faz tempo, a capa já deu as caras por aqui, agora é a vez de algumas ilustrações internas.
Boa semana pra todos.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

UMA DROGA CADA DIA MENOS POTENTE.



Chegaram dia destes umas caixas com os exemplares dos clássicos da literatura brasileira a que tenho direito. Ainda faltam outros tantos que ilustrei o ano passado. Devem me mandar logo. Muitas destas ilustrações já deram as caras por aqui.
Legal, pensei eu. É sempre bom ver trabalhos publicados, chegando a um público que nunca pude mensurar. Na verdade é a única coisa que ficará de mim por mais um tempo depois que eu me for. Mas, sei lá, fora o primeiro momento de euforia ao folhear as páginas e checar a qualidade de impressão, sentir o cheiro da tinta no papel, isto tem me causado cada vez menos enlevo.
Envelhecer seria isso? Sentir que toda a vaidade, não é nada mais que um narcótico que a medida que os anos avançam não produzem mais o efeito de outrora? Que isto só aumenta, em determinados momentos, a sensação de vazio? Faço-me ainda a seguinte pergunta: a idade está me tornando um babaca maior do que na verdade sou?
Recordo-me quando a muitos anos atrás vi uma ilustração minha ostentada na capa de uma revista de circulação nacional, exposta em bancas de jornais. Eram outros dias. Me alimentei daquela ufania durante um bom tempo. Nunca ousei revelar a ninguém que era o autor da proeza (uma carecterísca minha, ser invisível sempre que possível) mas me deleitava com os elogios que faziam à obra mesmo sem saber quem era o autor - muitas vezes, editores suprimiam minha assinatura.
Com o tempo fui me acostumando, alguém gosta do que faço e me encomenda um trabalho. Faço. Recebo. Gasto. Tempo depois vejo o fruto do esforço à exposição pública, na maioria das vezes, com retorno bem positivo, mas sem o mesmo orgulho de antes.
Por outro lado, sinto-me um tanto hipócrita, pois se não me importasse tanto, não deveria postar tais obras aqui esperando manifestações.
Sei não, pode ser que tudo isto seja fruto do cansaço.







terça-feira, 6 de novembro de 2012

MACHADÃO.


Bom dia, queridos e queridas. Minha vida está uma correria só. Na medida do possível vou organizando minha rotina e fazendo umas artes e hqs para autossatisfação, com o tempo elas vão aportando aqui com novos textos, se Deus quiser.
Por hora, para este blog não ficar sem atualização, deixo uma ilustra criada para um conto do Machado de Assis. Conto, aliás, cruel, como só ele era capaz de fazer.

Beijos para as mocinhas, aperto de mão para os moções.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

BOM FIM DE SEMANA!


Amados e amadas, passo por aqui apenas para desejar a todos um bom feriadão, e também, claro, deixar uma arte feita para um dos contos de Humberto Campos.
Nos falamos de novo semana que vem, com a Graça de Deus.