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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

PERAS.

Bom dia, amados e amadas.
Neste momento escrevo de uma lan-house, meu computador deu "pau". Vírus que corromperam arquivos, preciso reformatar e etc. Pois é, creio que todos que fazem uso de computadores já passou por isto, senão, fatalmente passará, esta é a triste verdade. Dar jeito nestas coisas não fica barato, e meu dinheiro é sempre curto. Paciência, o que precisa ser feito, será feito.
A boa notícia é que esta semana, se Deus quiser, estarei viajando para São Paulo. Passarei uma semana por lá. Já disse aqui que meu irmãos são meus heróis? Pois então, repetirei sempre que eles são os melhores amigos que alguém poderia sonhar em ter. Que Deus os abençoe. 
Em Sampa pretendo visitar alguns seletos amigos e algumas editoras. 
Bem, amanhã o dia será apertado, quinta vou fazer as malas, então aproveito para comunicar que farei um pequeno recesso neste blog. A rigor não há nada que me impeça de continuar postando em trânsito, mas provavelmente os dias lá serão agitados, de forma que não quero ficar com esta obrigação. Se Deus permitir, estarei de volta em março.
Um local que nunca deixo de frequentar quando estou na "terra da garoa" (melhor rebatizar de terra da tempestade) é a Livraria HQ Mix, do meu chegado Gualberto Costa. Costumo faze-lo geralmente à noite,  se algum de vocês aparecer por lá, a gente bate um papo. Senão, a gente se encontra por aqui de novo em março, com a Graça de Deus.
Deixo com vocês algumas peras feitas em aquarela, para um dos meus cursos de desenho.
Fiquem bem.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ROBBIE, O ROBÔ.


Cinco centímetros me separavam do meu primeiro desejo de consumo. Cinco centímetros era o que devia ter o vidro daquilo que antigamente chamavam de CRISTALEIRA.

A maior parte dos meus primeiros anos de vida passei com minha avó materna. Pelo menos os anos que posso lembrar. Meus pais trabalhavam duro e só vinham me ver em ocasiões especiais, como Dia das Crianças e Natal. Minha mãe vinha com mais frequência, acho que uma vez por mês. Recordo que não conseguia conter a alegria de ve-la chegando e a tristeza com choro convulso ao observa-la partir.

Minha avó era uma guerreira, uma mulher de lutas e muitas dores, assim como minha mãe. Só que minha mãe sempre foi doce, já minha avó era durona. Desde cedo me ensinou o que é sentir dor. Eu apanhava por tudo e por nada. Coisa de gente antiga, do interior. Ela fazia muitas visitas a conhecidos. Nestes locais sempre eram oferecidos bolo e café. "Quer mais um pedaço, meu filho?" Antes de responder eu olhava para minha avó, que com o cenho franzido discretamente balançava uma negativa para mim, e eu respondia: "Não, obrigado."

Ela frequentava muitos velórios também e eu sempre estava junto.

Havia uns amigos dela que por um período foram caseiros de uma chacára em Guarulhos, lá moramos por um tempo. Tempo que não sei precisar (para as crianças ele não passa como para os adultos), o que é um mês, parece um ano.

Os conhecidos da minha avó eram um casal de velhos, seu Evilásio e dona Sebastiana. Elas criavam um neto que foi a primeira referência de amigo que tive. Que idade eu tinha? Cinco, seis anos? Sei lá. Eu poderia pegar o telefone agora e ligar para minha mãe, perguntar para acabar com as dúvidas e ser preciso nestas reminicências, mas prefiro que seja como me recordo, melhor tentar passar através destas más traçadas letras a confusão e caos que me vejo mergulhado a maior parte do tempo.

Os dias que passei naquele lugar paradísiaco, dariam pra encher as páginas de um livro robusto. Talvez eu volte ao tema em outras ocasiões. Hoje quero compartilhar o estranho sentimento de desejar algo que não se pode ter.

"Hei, um carro na porteira, é o seu Aniba!" Gritava o amiguinho toda vez que o proprietário da chácara chegava para sua inspeção ou sei lá para que diabos vinha. Seu Aniba. Lembro bem, era como o chamavam. Só que o nome era Aníbal. Detalhe sem importância este, mas lembrando hoje dá vontade de rir.

Havia na sala daquela casa uma cristaleira, que aos meus olhos de infante era enorme como um guarda-roupa antigo, e éramos proibidos de nos aproximar dela por temor dos mais velhos de quebrar os cristais que haviam no interior, ficava sempre trancada a chave.

Certa vez, a tal cristaleira exibiu a figura que é demostrada nesta postagem: ROBBIE- THE ROBOT. Personagem visto pela primeira vez no filme The Forbidden Planet de 1956.

Claro que eu não sabia disto naquela época. Para mim era apenas um brinquedo. Um objeto que ocupou a minha mente naqueles dias longínquos e que fizeram parte das minhas agruras de infância.

O boneco era a réplica exata do Robô exibido nos filmes, pelo que pude constatar alguns anos mais tarde. Eu o vi pela primeira vez na TV num episódio de Perdidos no Espaço.

Aquele desejado títere devia ter uns 30 centímetros de altura. Perfeito em todos os detalhes. Perguntei a minha avó se era um brinquedo. O tal do seu Aníbal (ou Aniba) tinha levado para brincarmos, eu e o outro garoto, mas ao invés disso, os velhos preferiram tranca-lo na cristaleira. Eu sofri aquela frustração em silêncio.

Hoje a petizada esperneia, se joga no chão, chora, cospe nos pais, e assim todas as vontades são feitas. Embora o desejo de por as mãos no boneco ardesse no meu peito, nunca expressei o desejo de brincar com ele, exceto uma vez. Pedi diretamente à dona Sebastiana. "Não." Foi a única resposta. Pra mim, bastou.
Os séculos que passei naquele recanto por fim terminaram, fui morar com meus pais. Soube tempos depois que a cristaleira foi aberta e agora só, o netinho dos macróbios finalmente pode por as mãos no Robbie.

Não ficou mágoas daqueles idosos não. Sinceramente. Sempre gostei muito deles.
Minha avó partiu para sempre em 1979, deixando na minha vida uma lacuna nunca preenchida.
Seu Evilásio morreu dois anos depois e dona Sebastiana alguns anos mais tarde.
Hoje me pergunto se tirei alguma lição daquela fase de vida. Sim. Há coisas na vida que você nunca poderá ter. Para o bem e para o mal.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TURTLE.

Pra fechar a semana, uma aquarela monocromática criada para um curso de desenho.
A referência foi enviada pelo editor.
Bom fim de semana a todos e até segunda, se Deus quiser.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

EDGAR ALLAN POE ( 05 )

Como podem notar, meu tempo antes escasso, agora  diminuiu consideravelmente.
Para não passar em branco, fiquem com mais uma imagem da "encantada" HQ sobre a vida de Edgar Allan Poe. Preciso arrumar tempo para continuar este projeto.
Fiquem bem.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

RABISCO

Tá chegando um filme do Capitão América. Um dos meus heróis preferidos. Vi o teaser. Não dá pra ter uma idéia precisa, mas tudo indica que será um bom filme. Bem, se for do mesmo nível do primeiro Homem-de-Ferro, acho que vai ser bem legal.
Aproveitando que o assunto é este, deixo aqui um rabisco feito a algum tempo, direto na caneta, sem auxílio da borracha. Sabem, sinto falta de rabiscar aleatóreamente. Hoje, nem pra isto tenho mais tempo. Mas, calma lá, tudo vai serenar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

GAROTAS 2

Pessoal, hoje estou particularmente acabado, tanto física como mentalmente. Até agora não tive tempo de ir ao estúdio trabalhar, devo faze-lo mais para o fim da tarde.
Esta foi a manhã em que eu e Verônica dedicamos às compras do mês, então como sempre, acordamos bem cedo (ela pelo menos uma hora antes de mim) para chegarmos no "Atacadão" logo no momento de abrir e assim evitarmos aquele tumulto peculiar no local. Qual o quê, parece que todos tiveram a mesma idéia. Quem me conhece um pouco sabe como lugares agitados me estressam, aliás, estressam qualquer um.
Enquanto ela fazia as compras, saí a procurar uma casa lotérica para fazer uns pagamentos. As filas estavam enormes, lentas, torturantes.
Fui dormir muito tarde ontem. Não consigo dormir cedo. E preciso de pelo menos seis horas de sono para funcionar direito, senão parece que me movo em câmera lenta. De resto, procuro no meu interior resquícios de paciência para me mover no meio da multidão. Gordos procastinando no meio do caminho, idosos reclamando seus direitos nas filas, meninos pré-púberes indiciplinados tratando seus genitores como animais.
Este é mais um sinal de que estou realmente ficando um velho azedo. Em São Paulo eu suportava melhor as filas intermináveis, metrôs e ônibus lotados, trânsito caótico, multidões aglutinadas em espaço restrito e etc. Ao final de tudo a luta seguinte foi achar um taxi para voltar pra casa. Mas chegamos inteiros. Estou aqui recobrando ânimo para continuar o trabalho. Claro, o cão do vizinho não para de latir.
Como não pude planejar nenhum texto especial para hoje e tampouco um desenho mais expressivo, fiquem com mais uma arte encomendada para um curso de desenho.
Hasta la vista.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

PERSONA

Graças ao Mestre Jesus, o ano de 2011 começou bem para mim. Claro, não faltam os pequenos problemas que aparecem para nos tirar o sossego, mas como disse o Apóstolo Paulo, estas momentâneas aflições não são nada se comparadas à glória que nos está reservada. As contas finalmente estão em dia e novos trabalhos tem aparecido. Tanto que não me sobra tempo para prosseguir com minhas artes pessoais. Mas tudo bem, são os comissionados que pagam minhas despesas.

Comecei neste fim de semana as ilustrações do livro "Quincas Borba" do Machado de Assis. No total serão mais sete livros clássicos brasileiros. Mas como manda a lei há sempre uma nuvem escura no céu azul: Os prazos são apertados. Isto, infelizmente me impede de experimentar como gosto, tenho sempre que partir para técnicas tradicionais. A ilustração que abre o livro não ficou inteiramente do meu agrado. Todos gostaram, mas eu sinto que ainda não é aquilo, me parece formal demais, mas não posso ficar refazendo ilustrações encomendadas como acontece com as particulares, acho que por isto minha produção não é tão grande. Por outro lado, se formos dar vazão ao perfeccionismo evitamos os riscos e assim, talvez muitas artes oriundas da alma fiquem perdidas, mascaradas, frias. Não sei, esta é só uma idéia, talvez eu esteja falando uma grande besteira.
De qualquer forma, estes desenhos com o tempo darão as caras por aqui.

Hoje temos mais uma arte do passado distante. Uma das tantas pretensas telas a óleo que pintei num período em que eu me preocupava apenas em agradar a mim mesmo (e nunca conseguia).
Preciso ir, há muito o que fazer hoje.



Ao senhor Jesus, toda honra e glória para sempre.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MOSQUITOS, CALOR, SUOR E A MEDONHA BELEZA DA ESCURIDÃO.

Foi uma noite difícil. A luz faltou por volta de 23:30 e só retornou as 3 e tanto da madrugada. Por conta disto, eu que não me aguentava de fadiga, não pude grudar os olhos devidamente. O calor, as muriçócas (como são conhecidos os pernilongos por aqui), não permitiram.
Abrimos as janelas na esperança que um vento piedoso pudesse tornar aqueles momentos menos sufocantes. Aliás, escancarar janelas numa noite como esta é algo temerário, as notícias de "homens-aranha" abundam aqui em Pernambuco. 
O brisa não dava o ar de sua graça, em compensação o breu nos permitiu vislumbrar um firmamento magnífico, quase lovecraftiano. Há uma necessidade em nós de encontrarmos equilibrio nas situações, principalmente as mais adversas. Mecanismos do nosso subconsciente para a sobrevivência? É quase certo.
Um tanto cansado de ver beleza na negridão noturna e refletir sobre como nos tornamos reféns do conforto, me recostei no sofá.
Sem muito o que fazer, Verônica foi ouvir música na FM do celular. O silencio era tão grande que dava pra ouvir o George Michael cantar "Careless Whispers".
Esgotado, com o som distante daquele sax monótono, comecei a cochilar. Senti o suor que descia da minha fronte inundar uma das minhas orelhas mas nada fiz a respeito. Ela disse que num dado momento começei a roncar alto. Resolvi ir para a cama.
Deitei.
Então a luz voltou.
O ventilador foi ligado afastando o calor e os mosquitos. Apaguei de vez com o pensamento fixo de que somos dependentes demais do conforto.


Eu tinha a mania de aproveitar tudo que era sobra de material. Costumava desenhar em pequenos pedaços de papel. Esta arte foi feita num cartãozinho de 8 x 4 cm. As vezes acho algumas destas pequenas artes no meio da minha bagunça.
Os noticiários da manhã informaram que o blackout desta noite atingiu boa parte do país.
Repararam que isto está cada vez mais frequente?
Tenham todos um bom final de semana.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

HORAS QUE VOAM E TEMPO QUE NÃO PASSA.


Boa tarde a todos.
Estive desde as seis da matina, até agora, finalizando uma capa de livro, quando me dei conta o dia praticamente estava acabado, e a tal capa finalizada. Claro, parei para o almoço. Minha esposa não me deixa ficar sem rango, não importa o que aconteça.
Agora tenho que resolver umas coisas na rua, por isto serei brevíssimo.
Estes dois rascunhos foram solicitados por um editor de São Paulo ano passado. Uma revista de informações voltada para o público adolescente, me parece.
Até agora não definiram nada, permanece no limbo como vários outros projetos encomendados.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

GIGANTES ( DE NOVO )

Boa tarde a todos.
Estou aqui me afogando no meu próprio suor. O calor está anormalmente sufocante, o ar que o ventilador produz  é abafado, morno.
O consumo de água aumenta, as energias diminuem, o corpo é sábio, ele se preserva. No meu caso, a irritabilidade também se exarceba, e minha vontade de produzir não recrudesce. Então a luta interior demanda do corpo e mente um maior esforço, que somado à pressão do dia-a-dia, põe na garganta um desejo de gritar.
É como combater gigantes.
Já falei da obsessão que tenho por eles, não é?
Gostaria muito de voltar a pinta-los. Esta tela antiga, é uma das maiores que executei, não é tão grande assim, mas para os meus modestos padrões é significativa. Ésta é uma foto do original.
Preciso agora voltar ao estúdio combater meus gigantes.
Pra quem quer saber, sim, o cachorro continua latindo.


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

AS MAIORES HQS DE TODOS OS TEMPOS ( TINTIN )


Bom dia pessoal, inauguro hoje o que chamarei de "AS MAIORES HQS DE TODOS OS TEMPOS", segundo minha ótica, é claro.

Com este pomposo título pretendo englobar não somente uma história em particular, mas personagens que protagonizaram grandes sagas e também séries que no todo se imortalizaram.
Eu não poderia começar com outro personagem que não fosse TINTIN. Não apenas por ser um dos ícones máximos da chamada nona arte, mas pela importância que ele teve em minha vida.

É bobagem eu querer biografar a vida de HERGÉ, seu criador, a web tem páginas e mais páginas que fariam com mais competência este trabalho. Antes é melhor relatar como ele entrou em meu mundo e deu cores mais vivas à minha infância.

Falei outro dia desses ao meu irmão, quando este personagem voltou à midia, não por causa do esperado filme de Jackson/Spielberg, mas por causa de uma notícia que o acusavam de racismo, que ao lado do liquidificador e máquina de lavar, TinTin figurava entre as grandes criações do homem. Digo isto sem nenhum exagero. As aventuras deste repórter belga e seu inseparável cachorro conseguem transmitir uma miríade de sentimentos dificilmente igualável em qualquer outro quadrinho. Suspense, intriga, humor e uma leve dose de melancolia em alguns momentos
TinTin entrou em minha vida no inicio dos anos 70 em São Paulo. Meus pais tinham uns conhecidos na Rua Maria Antônia, no centro, próximo ao Mackenzie. Minha mãe juntamente com minha avó nos levava (eu e dois irmão menores) para brincar numa pracinha - cujo nome agora não me recordo e que que ficava na Rua Major Sertório - junto com os filhos destes conhecidos.
Na tal praça havia uma biblioteca infantil onde pela primeira vez vi um exemplar da "Estrela Misteriosa". Aquela foi a primeira hq de TinTin que li e que reli muitas outras vezes posteriormente. Não é a minha preferida, mas foi a que mais me marcou. Aquelas cenas na "ilha", os cogumelos, a aranha gigante, uau... fiquei eletrizado!
A partir dali procurei tudo que me fosse possível ler do personagem. Não lembro bem, mas não havia na tal biblioteca muitos exemplares. Alguns outros em capa dura, eu encontrei na biblioteca do SESC.
As bancas de revistas do centrão exibiam álbuns de TinTin, algo totalmente inacessivel para um garoto pobre.

Por este tempo, exibiam na TV uma animação do repórter e seu cão. Creio que não era o mesmo desenho que viria a passar nos anos 90 na TV Cultura. Aliás, lamento saber que muito marmanjo que se diz leitor de quadrinhos só conheça o personagem por estas animações.

Ao aportar em Brasília em 1975, com um grande sacrificio comecei a comprar os volumes da Record, que possuo até hoje. Certa vez em 1978, uns primos nos visitaram vindos de Belém (eu estava de férias no Rio) e praticamente destruíram "O Templo do Sol", um dos meus tomos preferidos.

Confesso hoje que não sou fã dos primeiros álbuns, haviam situações por demais inverossímeis, "O cetro de Ottokar" começa a dar sinais de maturidade, se é que podemos chamar assim. Mas a obra ganha de fato uma dimensão, digamos, mais humana com a inclusão do Capitão Haddock no volume intitulado "O Caranguejo das Tenazes de Ouro".
Difícil julgar o melhor, mas meus títulos preferidos são "TinTin no Tibet" e "Vôo 714 para Sidney". São obras marcantes. Dispensam maiores comentários. Se você ainda não teve o privilégio de ler, não perca tempo e coloque-os na sua próxima lista de compras.

Um conhecido me disse certa vez que TinTin acabou no momento certo, pois "TinTin e os Píncaros" dava sinais de cansaço, começaram os closes nos personagens, e a obra perigava ficar comercial. Não concordo, Hergé tinha ainda muito chão pra queimar.
Ele deixou fragmentos de um volume inédito (Alpha d´Art) provando que ainda poderia continuar. Mas talvez tivesse mesmo parado no momento certo e sua esposa estivesse certa em impedir que outros dessem continuidade às aventuras. Como garantir que TinTin não viraria um pastiche?


Formou-se um império com um personagem de quadrinhos. Criou-se uma obra lendária que encantou gerações.
A mim ajudou a passar pela dura infância.