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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

HORAS QUE VOAM E TEMPO QUE NÃO PASSA.


Boa tarde a todos.
Estive desde as seis da matina, até agora, finalizando uma capa de livro, quando me dei conta o dia praticamente estava acabado, e a tal capa finalizada. Claro, parei para o almoço. Minha esposa não me deixa ficar sem rango, não importa o que aconteça.
Agora tenho que resolver umas coisas na rua, por isto serei brevíssimo.
Estes dois rascunhos foram solicitados por um editor de São Paulo ano passado. Uma revista de informações voltada para o público adolescente, me parece.
Até agora não definiram nada, permanece no limbo como vários outros projetos encomendados.

6 comentários:

  1. Fala, Eduardo! Rapaz, quanta gente nessas cenas! Assim que puder, se possível, escreva um pouco sobre seu processo para criar cenas assim. Seria interessante.
    Abração,

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  2. Salve Gilberto, boa sugestão, assim que der faço um post com um passo-a-passo para jobs deste tipo.
    Grato.
    Abração.

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  3. Puxa, Du, lembro de uma página de passatempos que fiz, quando comecei a desenhar que era mais ou menos assim. No jogo, era preciso encontrar pessoas com determinadas características, tipo uma loira com roupa preta, duas garotas com roupas iguais, sete pessoas com um detalhe em comum na roupa etc... Deu uma trabalheira!

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  4. Ééééé, parece que estes desenhos impressionaram pelo número de personagens. Isto é bom ou ruim?

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  5. Claro que é bom. Tem gente que não consegue fazer um, o que dirá tantos assim? Isso me remete àquelas cenas de multidão que Jack Kirby fazia nas histórias do América, dos Vingadores, do Hulk... Conseguia imprimir vida em todos. Lembra?

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  6. Lembro, o Kirby, aliás, imprimia vida em tudo o que desenhava. Inclusive fazia rostos hediondos
    como ninguém. Teria sido um grande mestre do horror se tivesse se dedicado mais ao tema.
    Obrigado pelas palavras.

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