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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A SEGUNDA CENA DE ESAÚ E JACÓ E MEU GOSTO PELA MÚSICA.


Música, cinema e livros. Estes sempre foram meus escapismos na vida. Os quadrinhos podemos incluir entre os livros, eles só ganharam dimensão além quando comecei produzi-los.

Hoje vou falar um pouquinho sobre música e o que costumo ouvir desde sempre.
Sou bastante eclético, ouço de tudo o que me agrada aos ouvidos.

Música erudita? Gosto de 90% do que se criou, sendo Mozart, Bach, Vivaldi e Beethoven os meus favoritos. Não posso deixar de citar as imortais obras de Albert Ketelbey.

Jazz? Ouvi John Coltrane no início de sua carreira e gostei muito, mas confesso não ter um ouvido educado para me envolver.

Blues? Gosto bastante, mas não sou um conhecedor profundo. Ouço B.B. King e Robert Cray.

Música brasileira? Um sambinha de Noel Rosa, Paulinho da Viola e Adoniram Barbosa caem bem. Curto demais o sertanejo de raiz. Roque brasileiro? Legião, Capital Inicial, Plebe Rude estão entre os meus preferidos, embora hoje em dia esteja um tanto cansado deste tipo de som. No passado ouvia muito Raul Seixas, 14 Bis e me divertia com a Blits. Sou fã de Zé Ramalho e Zé Geraldo. Já, Caetano, Gil, Milton e Chico eu ouvia demais nos fins de 70 e adorava, reconheço a força das letras mas hoje em dia não consigo desassocia-los dos ideais e movimentos marxistas que tanto abomino.

Na minha infância o rádio era o grande companheiro, fui bombardeado de música brega por um bom tempo (Nelson Ned, Jerry Adriani, Cláudio Fontana, Odair José, The Fevers e por aí vai) e, claro, não podia faltar Roberto Carlos na fase anos 60 e 70 (mas hoje o cara me é insuportável) e os Incríveis. Nessa leva, as ondas sonoras também me traziam melodias francesas e italianas, todas carregadas de melosidade e letras de amores profundos e impossíveis. Como esquecer de Love Me, Please Love Me do Michel Polnaref e Dio Come Ti Amo da Gigliola Cinquetti? Ou Rita Pavone e seu Datemi Un Martello?

Rock? Ouço rock boa parte do meu tempo enquanto trabalho. Putz, não entendo bem o inglês, apenas o suficiente para saber que o cara não está xingando a minha mãe, mas é meu estilo musical de cabeceira. Minha preferência é por Beatles, Pink Floyd, Queen, Heart, Dire Straits (mais exatamente Mark Knopfler), David Bowie e Rush. Mas em geral ouço de tudo, do rock mais básico ao mais pop, mas quase tudo dos anos 60, 70, 80 e bem pouca coisa dos 90, pouca mesmo. Atualmente ouço falar de Kate Perry e sei lá mais o quê e não me interessa. Por falar em Kate Perry, é ela que canta o tema do último 007, né? Boa voz, boa música, mas não tenho saco de ir atrás de novidades. Sei que é reacionarismo da minha parte e assumo.

Trilhas de filmes? São muito bem vindas, pricipalmente as do Ennio Morricone.

Odeio com ranger de dentes o axé, o sertanejo universitário, o funk nacional e o black metal. Por mim essas merdas poderiam acabar agora.

Mais uma imagem de um clássico do Machadão.


Até semana que vem, se Deus quiser.

6 comentários:

  1. Oi, Schloesser! Dizem que a formação do nosso gosto musical termina na adolescência. Depois dessa fase, não conseguimos gostar de nada novo. Talvez seja por isso que eu também não ache grande coisa as músicas recentes. Só sei de uma coisa: Zé Ramalho é o máximo. Que voz! Abraço!

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    1. Informação interessante essa, Carla. Eu tinha muito mais pra falar sobre meus gostos musicais mas meu tempo tá reduzidíssimo. Estamos de acordo em relação ao Zé Ramalho, então.
      Um grande abraço e obrigado pela visita e comentário.

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  2. Isso aí! Esse funk ostenta ostentação vira-lata é um lixo. Acho que minha cabeça estacionou na adolescência, porque têm muitas coisas que ouvi, descobri e gostei depois dos 18.

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    1. Velho, tem tanta coisa ruim atualmente que nem vale a pena falar, deixemos esses ruídos para quem tem capacidade de ouvi-los.

      Quanto a adolescência, bem, eu diria que nunca fiquei adulto, também. Só consigo ouvir novidades das bandas antigas. Muitas ainda fazem um som poderoso, como o Endless River, o último do Pink Floyd, podem criticar o quanto quiserem, mas toda a magia e sons característicos do Floyd estão presentes ali. Um baita CD.

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  3. Oi, Eduardo! Eu nem falo de música. Tb ouço de tudo, embora ultimamente nem tenha paciência para trabalhar ouvindo música er acabe ouvindo apenas podcasts...
    Por falar nisso, já que gosta do Ennio Morricone, segue o link de um podcast com sua biografia musical.
    http://cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast-podcast/5795/rapaduracast-203-jukebox-maestro-ennio-morricone/
    Um grande abraço!

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    1. Opa, Gilberto! Também gosto muito de podcasts. Grato pelo link, vou ouvir, e bom fim de semana.

      Forte abraço.

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