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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

LENDAS DO SUL ( CENA 02 )


Queria ter mais tempo para compartilhar com vocês umas ideias por aqui, mas por hora não é possível. Não se trata só de tempo curto e trabalhos - como sempre - com prazos apertados, estou meio cansado mentalmente; desenhar, ainda que obras comissionadas, relaxa minha mente (a menos que sejam estas artes encomendadas cuja execução é sejam um pé no saco e teimam em não sair), mas escrever é diferente, tenho que maturar a coisa, traduzir em frases de forma bem clara o que me vai na alma; depois faço mil e uma revisões (mesmo assim ainda passa batido uma porção de erros), aí já viu né, perco tempo demais e não divido direito com vocês as minhas meditações.
Mas deixa estar, uma hora sento aqui e os pensamentos transmutados em palavras escritas rolarão de forma natural.

Mais uma imagem de Lendas do Sul, outra cena do Boitatá.


2 comentários:

  1. Oi, Schloesser!
    Escrever tem dessas coisas mesmo. Por mais que a gente revise, algo sempre escapa. Dá uma raiva!
    Esse boitatá rajadão maligno impressiona, também, pela comparação com o tamanho da onça. Qualquer pessoa com um pingo de instinto de autopreservação entraria no modo "dar no pé", se o encontrasse.
    Abraço!

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  2. Nem me fale, Carla, pior que erros de português são os defeitos que só consigo notar numa arte após finalizar e remeter ao cliente. Aff!
    Quanto ao Boitatá, já pensou se estas coisas existissem mesmo?
    Obrigado e um abraço.

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