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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

MARÍLIA DE DIRCEU ( CENA 06 )


Amadas e amados, bom dia.
Umas boas horas de sono para mim fazem milagres, escrevo estas rápidas palavras para vocês antes de pegar em mais uma complicada página da biografia do Edgar Allan Poe, devo sair hoje para resolver umas coisas na rua e já sei que o dia promete.

Não sei se seria adequado dizer que estou desempregado, pois a editora que por quatro anos se serviu dos meus traços não retorna minhas chamadas, apesar de terem dito que ainda há muitos livros para fazer. Estou zerado de grana, embora tenha algum para receber daqui a uns 45 dias, e tenho duas encomendas que ainda nem comecei a fazer. Estou meio agitado, preciso me organizar.
Me prometeram um adiantamento pela obra do Poe e até agora nada, nem retornam meus emails. Foda, né? Mas tenho certeza que vai dar tudo certo no final, se ainda não deu é porque o final não chegou. As artes prosseguem.

Hoje deixo vocês com mais uma cena de Marília de Dirceu.

Nos voltamos a falar depois do carnaval. Não sei quanto de vocês gostam dessa festa, mas eu não sou chegado. Por aqui a balbúrdia já começou desde a semana passada, um bloco ficou o dia inteiro na avenida principal, dava pra ouvir o barulho daqui de casa, que fica umas duas quadras a baixo. O que se viu depois foi uma sujeira horrível, garrafas quebradas no asfalto, preservativos usados, papel picado, serpentinas e sabe-se lá mais o quê. Fiquei com pena dos garis.

Cuidem-se e bom feriado a todos.




2 comentários:

  1. Esses leopardos estão demais, Eduardo! Aliás as texturas que vc cria estão cada vez melhores.
    Que o ano comece agora, espero. Se bem que há mais controvérsias chegando, Copa, eleição, etc...
    Abração,

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    Respostas
    1. Isso mesmo, meu caro, vem mais confusão por aí. Acho que será um ano complicado para quem trabalha a sério. Confiemos em Deus que tudo dará certo para nós.
      Grato pelos elogios.

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