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domingo, 16 de abril de 2017

A ESCRAVA ISAURA (CENA 6)



Ê, feriadão! Não estão sendo dias auspiciosos, minha lesão nas costas e a obrigação de trabalhar nas páginas finais de O BICHO QUE CHEGOU À FEIRA, tornou tudo mais amargo, repouso é absolutamente necessário neste caso mas eu tive que me virar para não deixar a peteca cair e muito menos comprometer a qualidade do trabalho, lentamente a produção segue; como se não bastasse, uma velho problema no meu organismo, que pensei estar controlado, resolveu despertar. Tudo isso em meio a uma destas crises financeiras que nos socam o nariz de surpresa, impedindo de achar soluções mais eficazes.
C´est la vie! Seguimos o curso do rio, tentando não desanimar. Por isto mantenho este blog e minha página no Facebook, para dar uma satisfação aos que gentilmente apreciam os meus traços e cores nos papéis.

O QUE TENHO LIDO? Para a minha vergonha, confesso que não estou lendo nenhum livro. Não tenho realmente tido tempo. Para não dizer que estou em jejum completo estou lendo uma HQ chamada O PERFURA NEVE, um clássico da BD francesa que acabou virando um filme que nunca assisti chamado O Expresso do Amanhã. O álbum pesadão foi um presente dado pelo amigão Elton Borges Mesquita (gratíssimo brô!) e estou achando interessante, embora a primeira parte do mesmo seja bem superior às duas partes posteriores (pelo menos até agora).

O QUE TENHO OUVIDO?  Eu vou e volto sempre revirando meu velho baú de canções e bandas do passado, nestes últimos dias só estou curtindo Queen. Acho que não preciso dizer mais nada.

O QUE ESTOU ASSISTINDO?  Algo a ver com quadrinhos sempre me chama a atenção, estou na metade da série PUNHO DE FERRO. Na minha opinião, pouco a ver com o herói dos gibis. Tá tudo lá, o acidente aéreo que vitimou os pais do herói, as pessoas que tomaram sua fortuna, o punho que fica iluminado e tal, mas não sei, fora o Demolidor, as séries da Netflix não conseguem fazer justiça aos personagens do papel. Mas não posso dizer que Punho de Ferro seja de todo ruim, Luke Cage foi uma decepção, mas esta até que distrai um pouco. Só acho falta de muitas artes marciais, que deveriam ser o ponto central da série. Até agora é esquecível.

Assisti, baixado da internet a KONG E A ILHA DA CAVEIRA. O que posso dizer? Gosto de filme de monstro, ignorei a história rasa e deixei o menino em mim vibrar com a porradaria entre o gorilão e os lagartões daquela ilha maldita. Os atores? Bah, nem Marlon Brando consegue superar o King Kong!


Bem, a arte de hoje é mais um momento de A Escrava Isaura.

Até a próxima, meus queridos e queridas!










7 comentários:

  1. Beautiful day my friend. This Easter weren't contemplative and beautiful. A lot of sadness by me,by you a lot of work and health problems. I hope for both of us that the next days get better. I wish you fast recovery and successful work and hope the next meeting happy is.
    Muito abraços é beijo

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    1. Oh, Mira, it's true, unfortunately the moments of trouble coincide with the dates where there should be peace, contemplation and fraternization. But as the moments of happiness pass, the situations of suffering and sadness will also pass, you will smile and I will smile again.

      Thank you very much and everything good, beautiful and wonderful in your life.

      Hug.

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  2. Tô preocupada com sua saúde, Schloesser. Será que seu irmão não poderia te dar umas dicas de exercício de fisioterapia que você pudesse fazer em casa? Tenho feito alguns. Ajudam. Parabéns pelos desenhos! Melhoras!

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    1. Ah, Carla, eu que apesar de todas as pressões porque já passei e nunca fui de dar tanta importância a elas - por intuir que assim como o bem, o mal também passa e tudo se recicla - também estou preocupado; muita coisa somada, não está me agradando, mas não há muito o que eu possa fazer além do que tenho feito.

      Meu irmão tem me ajudado, não exatamente com dicas de fisioterapia (não é a área dele). A lesão na lombar incomoda muito mas um antigo problema, já relatado parcialmente aqui, está dando sinais de voltar e tem me atemorizado de verdade. Tudo, ou quase tudo, depende de um dinheiro a mais e o meu está cada dia mais escasso. Na verdade a culpa é minha por tentar alcançar o sonho de ser um arista de sucesso (por sucesso, falo de ganhar dinheiro com arte) ao invés de fazer um concurso público e trabalhar pro governo ou ser funcionário de algum banco.

      Mas pode ter certeza que as palavras e torcida dos amigos ajudam bastante. E neste ponto, eu te agradeço bastante.

      Abraços a você e ao Leroy.

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    2. Eita, Carla, usei a palavra bastante duas vezes na mesma sentença! Eu me policio muito em relação a isto e na pressa não prestei atenção, sorry. ;)

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  3. Tomara que melhore das dores nas costas, parceiro.

    Minha Páscoa não foi tão legal, mas comprei uma caixa de bombons. Me contentaria até com Bis.

    De quadrinhos, a última revista inédita que li foi Batman- A Última Cruzada, de Frank Miller e Brian Azzarelo, com arte do Romita Junior. Não é lá essas coisas. Parece uma releitura do Morte em Família, sobre o destino do Jason Todd (o 2º Robin) e uma prequel de Cavaleiro das Trevas.
    Comecei mais uma ficção: Banidos da Terra, de Louis Charbonneau. Pra quem não lia livros faz tempo, peguei um ritmo, já que pouco vejo TV.


    Séries: falta pouco pra terminar o anime Macross. Nem cheguei na metade do Punho de Ferro. Jessica Jones e Luke Cage, já terminei há um tempão e achei razoáveis. Não precisavam ter tanta enrolação.

    De filmes, baixei e vi após Rogue One (bacana), Logan (gostei), a trilogia de suspense Uma Noite de Crime (até que vale como passatempo), a "edição Vampira" (com cenas extras) de X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, a comédia bobinha Hop: Rebeldes Sem Páscoa e vou terminar o restante de Dr. Fantástico (de Stanley Kubrick) com dublagem clássica.

    Música: fiquei admirado ao descobrir sem querer que a "Pra Você Não Sou Ninguém" (Renato e Seus Blue Caps) é uma versão de "Look Through Any Window", do The Hollies. Uau! Procure no Youtube e compare. Ou melhor, veja na minha página do Rota Sonora do Facebook.

    Forte abraço!

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  4. A dor nas costas foi como uma pedra de dominó, meu caro Anderson, despertou outros problemas que eu enfrentara a uns dois anos, e tudo isso numa baita crise financeira que me impede de procurar um profissional particular. Pelo visto vou ter que encarar um da rede pública.

    Interessante suas leituras, não tenho mais lido super-heróis, mais por falta de oportunidade que qualquer outra coisa mesmo.

    Eu gostei de Rogue One, legalzinho, mas não fiquei impressionado. Doutor Fantástico assisti no final dos anos 70, nem lembro mais.

    As séries da Marvel na Netflix eu tenho gostado, só não curti o Luke Cage, tinha tudo pra ser uma das melhores, mas as cenas de briga são péssimas e a história é arrastada. A primeira temporada do Demolidor ainda é a melhor.

    Vou conferir sua página no Facebook.

    Obrigado por vir aqui e um abração!

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