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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ZÉ GATÃO - MEMENTO MORI PELA DEVIR.




Quando estive em São Paulo no inicio deste ano, eu tinha em mente fazer um corpo-a-corpo com algumas editoras, afim de publicar uns materiais antigos guardados na gaveta. Pela Providencia Divina, dias antes da viagem, eu recebi um e-mail do Leandro Luigi Del Manto, pedindo para eu enviar algumas páginas de uma saga de Zé Gatão que tinha pronta desde 2003. Para minha surpresa, o projeto agradou ao Douglas Quinta Reis que topou publicar mesmo sem ter visto o material na íntegra.
Em Sampa, tivemos uma reunião onde ficou acertado formato, número de páginas e etc.  Me pediram sigilo, até que a coisa estivesse sacramentada com contrato assinado, livro revisado e todas essas coisas.
Agora na reta final, recebi sinal verde para comentar e começar a divulgação por minha conta.


ZÉ GATÃO - MEMENTO MORI é uma fábula grotesca que versa sobre tirania e revolta, castigo e luta por redenção.


Comecei a desenvolve-la em fins de 1998 e foi interrompida um sem número de vezes pelos mais diversos motivos. Uma HQ que tem uma história bem acidentada, mas que pude finalizar no finalzinho de 2003, já morando em Pernambuco. Totaliza mais de 400 páginas. Por este motivo a editora irá publica-lo em duas partes.


A primeira está programada ainda para este ano, a sequência deve vir a público no ano que vem.

Gosto deste álbum, na verdade ele retrata meu estado psicológico nas várias fases de vida em que ia  desenvolvendo a trama.


Fiquei um tanto cansado de quadrinhos depois de termina-lo a quase oito anos.
Se haverá uma nova aventura deste felino invocado, vai depender muito da receptividade de Memento Mori.
Por isto ainda é cedo para abrir a champagne. Mas já dá pra acender uns charutos. Aceita um?

6 comentários:

  1. Que bom que te pediram mais material. Parabéns.
    Só que eu não fumo...

    Sei que foi no sentido figurado. Hehehe!

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  2. O que dá para dizer? Trabalho irretocável. 400 páginas ainda é muito pouco. Talvez devesse ser uma série, onde cada volume tivesse 400 páginas. Mas, aí é querer que você se acorrente a uma prancheta e não levante nem para ir ao banheiro, né?

    Não é da boca pra fora, não, porque eu não sou disso. Sou muito chato para quadrinhos. Mas, seu Zé Gatão é tão bom que é uma vergonha terem deixado-o fora das prateleiras por tanto tempo.

    Abração!

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  3. Hello, ANDF.
    Também não fumo, mas um bom charuto dependendo da ocasião até que cairia bem. Ou não? Sei lá.
    Pois é, mais um álbum de personagens e histórias pouco convencionais... vamos ver o que vai dar.
    Obrigado e um abração.

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  4. MisterBrazil, tanks cara,
    fico muito lisongeado com suas palavras, é pena que nem todo mundo pense como você, se assim fosse, realmente teríamos mais material deste e de outros personagens que nem rascunhei ainda, eu ganharia mais grana e poderia tirar umas férias de vez em quando, refrescar a cabeça e criar mais histórias, ou então eu poderia virar um babaca prepotente como a maioria dos desenhistas que conheci, no conforto do sucesso minhas HQs poderiam perder a essência amarga que as tornaram peculiares...Não, creio que não, do jeito que sou, acho que eu usaria a pressão decorrente da situação pra crias outras narrativas paranóicas. Vamos ver o que vai rolar.
    Eu e Zé Gatão agradecemos.
    Um puta abraço.

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  5. Ôpa! Que venha esse álbum, Eduardo! As coisas estão desenrolando. Fico feliz. Você merece.
    Abração,

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  6. Legal amigão, sabia que cê ia curtir a novidade.
    Espero mesmo que saia ainda este ano. Aguardemos.
    Obrigado pela força.
    Falando em Zé Gatão, brevemente aqui no blog, pretendo postar um conto ilustrado. Fique antenado.
    Forte abraço.

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