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sexta-feira, 19 de junho de 2015

TERMINATOR.




Bom dia, amadas e amados!

Gosto muito de boxe. Não assisto mais, não sei quem é o campeão atual, se é que existe ainda um campeão de boxe. O tal de MMA zuou com tudo. Atualmente parece que os karatecas, mestres de kung fu e boxeadores acabaram. Curto pugilismo desde os anos 70, cheguei a praticar um pouco. Nos anos 80, na era Tyson, eu não perdia uma luta.
Gosto de metaforizar usando a chamada Nobre Arte. Vejo minha vida como um ringue. Nas duas últimas semanas eu só levei porrada, mas não aceito ser nocauteado. Mas não falemos nisto, pra não ficar repetitivo.

O QUE ESTOU OUVINDO - Todo mundo sabe que só ouço velharia. Bem, velharia é um termo grosseiro, digamos que eu goste das músicas de outros tempos, quando a mentalidade era outra menos frenética e menos eletrônica. Esta semana abri a minha pasta com canções do Nazareth. Só as baladas. Neste exato momento escuto Brian Ferry.

O QUE ESTOU LENDO - Ainda continuo com o Dom Quixote. Sei que não vou acabá-lo tão cedo, não é um livro para se ler no banheiro, precisa ser assimilado com cuidado. Mas procuro ler um pouco todos os dias.

O QUE ESTOU ASSISTINDO - Eu e a Vera terminamos de ver a terceira temporada de Vikings pelo History Channel. Muito boa! Agora partimos para a quinta temporada de Guerra dos Tronos. Não fui mais ao cinema, não há nada que me interesse tanto.


CINEMA E GIBI - O Exterminador do Futuro de 1984 é um dos meus filmes preferidos. Assisti dezenas de vezes. Gosto de todos da franquia. Mas o primeiro é um filme irretocável, com aquela aura depressiva de fim do mundo. Ali, erradicada a ameaça à mãe daquele que seria o líder da resistência contra as máquinas, restava à Sarah Connor aguardar seu destino. Anos depois o diretor James Cameron nos apresenta uma continuação com efeitos especiais de encher os olhos. Pra muitos o T2 é o melhor filme da série. Não concordo. É um ótimo filme, sem dúvida, mas senti que o Cameron matou a própria história que criou no primeiro. Ali ele modificou o futuro, tirou aquela atmosfera sufocante. O primeiro erro foi ter trazido o Schwarzenegger como a máquina boazinha que vem para proteger o garoto que será o tal líder da resistência. Tem uns lances piegas pra cacete, mas tudo bem, é Terminator, é Arnold. O terceiro e o quarto filmes são bons, na minha opinião, mas não se comparam aos anteriores. Agora chega em julho mais um. Todo mundo malhando sem nem ter visto o filme. Sinal destes tempos de twitter, MSN e o escambau. De experts em generalidades, de informados em desinformação. Acho que o próximo será como os filmes que são feitos hoje em dia, cheio de correria, efeitos, explosões e tals. Mas parece que vão brincar bastante com a questão das viagens no tempo e acho que será divertido.
Recebi do Carlos Costa, o editor da HQM e cara legal bagaray um pacote com alguns dos últimos lançamentos dele. Entre eles O EXTERMINADOR DO FUTURO 2029 - 1984, com roteiro de
Zack Whedon e arte de Andy MacDonald (nunca tinha ouvido falar de nenhum dos dois), e achei uma hq muito fera, só acho que existe em dois momentos uma certa, digamos, falha de narrativa. Mas nada que comprometa a obra no geral. Respeita bem a mitologia do Exterminador. Tudo gira em torno do primeiro filme. Nela, vemos mais viagens no tempo. Um amigo de Kyle Resse viaja logo atrás dele para livrá-lo de uma prisão e a Skynet manda mais um exterminador. Falar mais entregaria o enredo.


    
UM BOM FIM DE SEMANA PRA TODOS.  

6 comentários:

  1. Vou precisar rever todos os exterminadores, Schloesser. Lembro que gostei muito do primeiro. Do que tem o Schwarzenegger bonzinho, um pouco menos. Quer uma dica de filme legal? "O Abutre", com o Jake Gyllenhaal. Tem na Netflix. Agora, quanto a música, estou encantada com a interpretação que a Jessica Lange deu para "Gods and Monsters", num dos episódios de American Horror Story: Freak Show. Ela canta com o sotaque alemão da personagem Elsa Mars. Vale a pena conferir: https://www.youtube.com/watch?v=b_S4ToLRsws Abraço!

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    1. Brigadão pelas dicas, Carla, vou conferir. Infelizmente não tenho Netflix, mas vou ver se já tem pra baixar O Abutre na net.

      O American Horror Story só assisti a primeira temporada, que achei que começou legal depois enfraqueceu até terminar ridiculamente. Mas já ouvi falar que as outras temporadas são melhores. Vou por na lista.

      Valeu a visita e comentário.
      Abração.

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  2. Nunca fui chegado em boxe e nunca parei pra assistir alguma luta de MMA. Quanto criança e adolescente, assistia luta livre (telecatch).

    Sobre o Exterminador do Futuro... gosto dos 2 primeiros, não do 3º apesar de ter bons momentos de ação e não curto muito o 4º. Li e gostei da mini-série animalesca Robocop Versus Exterminador do Futuro (de Frank Miller e Walter Simonson).

    Também gosto de Nazareth e Bryan Ferry.

    Ainda não terminei de ler Duro de Matar (de Rhoderick Thorpe). Já li a Graphic MSP Penadinho- Vida (de Paulo Crumbim e Elsa Keiko, que bem legal.

    Assisti a Interestelar e Transformers 4. Não achei essa Coca-Cola toda. Tenho uma porção de filmes e animes, que meu irmão me emprestou pra ver.
    Fora isso, vi com legendas os curtas de Justice League- Gods and Monsters, que a Warner Animation lançou pro Youtube, com o canal Machinima.

    E era isso.



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    1. Salve, Anderson!

      Rapaz, também assistia telecatch, me divertia pra cacete!

      Não me interessei por Interestelar. Transformers 4 fui praticamente obrigado a assistir pelo meu cunhado, me deu sono.

      Agora me fale, Robocop x Terminator do Miller e Simonson saiu no Brasil? Nunca li e tenho a maior curiosidade. Deve mesmo ser muito bom.

      Abraço.

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    2. A mini-série que falei, saiu pela Abril em 4 partes, por volta de 1999/2000. Pode-se achar em sebos, sem falar de scans. É bem legal.

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