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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

MAIS POE.


Estou postando de uma lan house, a agitação destes dias, pelo menos no processo mental, tem me causado estranheza. Preciso superar isto. Mas alguns projetos que estavam parados começam a ressuscitar, como a "encantada" biografia do poeta americano Edgar Allan Poe. Já comentei que a demora para finalizar este trabalho se deve ao fato de que a técnica utilizada demanda tempo e um cuidado maior, e ninguém está me pagando para faze-lo como foi prometido no principio. Aliás, nem tenho tido contato com as pessoas envolvidas. Devem estar pensando que desisti dele. Mas não desisto não. Enquanto puder vou com ele até o fim.

Estou a espera de mais dois clássicos da literatura para fechar a coleção, enquanto isto não acontece, só me resta a preocupação com a rapidez com que meu dinheiro está acabando e dar continuidade aos trampos encostados. Aos poucos eles vão saindo das sombras.          

2 comentários:

  1. Que bacana ver que esse Poe está prosseguindo. Me dá forças para não desisitir dos meus projetos também. Estou descobrindo que têm que ser assim mesmo. Não temos nada para mostrar, mas vamos trabalhando feito formiguinha e então um belo dia, temos vários projetos prontos para ver a luz da publicação. Uma pena que não haja a política editorial (me parece) que há na França, por exemplo. Um álbum por ano, um bom contrato, um incentivo financeiro pra tocar esse projeto, etc...
    Manda ver nessas páginas, sempre que possível. Me lembrei de um pensamento que ouvi numa palestra: "Você não precisa estar entusiasmado o tempo todo; você só têm que saber aonde quer chegar". É isso.
    Ontem fui ao cinema ver Sem Saída. Até tentei comentar sobre sua postagem do Conan, que, após tantas críticas ruins que li na net, desisti de assistir, optando por assistir quando sair o DVD. Por algum motivo, não consegui completar a postagem no blog. É legal ver todo esse movimento de cinema em direção aos quadrinhos, mas prefiro ver um suspense correria bem feito a gastar meu dinheiro com um pseudo blockbuster, tipo Lanterna Verde, por exemplo (assisti, mas não me empolguei).
    Abração,

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  2. É isto, a frase que você citou, creio, já diz tudo. Ando bem pouco entusiasmado, mas há um objetivo a atingir, e sempre que a oportunidade se apresentar vou tocando minhas coisas. Uma hora chegamos lá.

    Será que um dia teremos um mercado propício para as HQs nacionais? Tomara.

    Como citei no post, Conan não chega exatamente a ser um filme ruim, só acho que pela importância do personagem, ele merecia mais. Fica impossivel não compara-lo com o filme de 82.
    Lanterna Verde não vi, vou esperar o DVD.

    Obrigado meu amigo, um baita abraço.

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