quinta-feira, 11 de julho de 2013
A SAUDADE DEVORADORA.
Pela janela olhando as misericordiosas negras nuvens ocultando o inclemente ardor solar. Copiosas lágimas celestes cobrindo o mundo de umidade me envolvem como um cobertor de tristeza. Um vento amargoso de voz enlutada invadindo as frestas da minha alma apontando a longa estrada molhada por onde você se foi.
Nada me resta senão esperar.
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Poético, Eduardo.
ResponderExcluirAbração,
Obrigado, Gilberto.
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