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terça-feira, 16 de julho de 2013

ARTES QUASE ESQUECIDAS.



Crônicas Fluminenses de Machado de Assis, o próximo livro que deveria ilustrar, finalmente foi mandado pela editora. Já não era sem tempo, agora paro tudo que estava fazendo, inclusive uma nova e complicada pintura de Zé Gatão, as páginas do Poe (de novo) para dar todo meu gás nas ilustrações deste clássico e tentar cruzar a linha de chegada, ainda que em último lugar. 

O curioso é que durante os meus forçados dias de inação eu produzi quase nada, uma depressão esmagadora se abateu sobre mim. Pressionei a caminhada mas não rendi. Ainda estou na linha de tiro do abatimento, mas aos poucos vou saindo. Tanto que ontem fui ao cinema assistir ao Homem de Aço, mas não deu pra relaxar. Uma fila enorme no shopping, sabem como é, férias. Aproximadamente duas horas esperando comprar o ingresso. Adolescentes típicos, mães gordas com seus filhos birrentos. Quase desisti.
Mas o filme foi bom. Era o que esperava, nem mais, nem menos. O Superman merecia uma reabilitação.
Tentei fazer um desenho do personagem, aqueles rabiscos sem esboço para ilustrar este post, mas confesso a vocês, amados e amadas, que não bateu a inspiração. Acontece comigo. Por isto acompanha estas duas imagens mais antigas que fiz para uns contos do Lima Barreto (a de cima é do Homem Que Sabia Javanês, a de baixo não lembro, talvez nem seja para o Lima, mas algum outro autor. Bem, deixa pra lá).

Hora de voltar à prancheta. A gente vai se falando na medida do possível.


4 comentários:

  1. Essas ilustrações, apesar de antigas, são muito boas!
    Melhoras ae.
    Abraço!

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    1. Tanks, man.
      Meu trem já está entrando nos trilhos.
      Abração.

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  2. Fala, Eduardo! Que bom que as coisas estão caminhando novamente...
    Esse terno listrado da ilustação superior está demais. Acho que o forte dessas ilustrações suas é a texturização, entre outras inúmeras coisas, claro.
    Ainda não fui ver Superman. Sou bastante preguiçoso com filas. Desanimo muito fácil delas. É pensar e nem ir. Apesar de que quando não há jeito, saco um livro ou gibi e tiro de letra, literalmente... Mas pretendo ir ver o filme logo. Todo mundo está falando bem.
    Grande abraço,

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    1. Pois é, Gilberto, as coisas vão aos poucos entrando nos eixos.
      Grato por suas palavras.
      Quando puder vá ver o filme, você vai gostar, poderia ter sido melhor, mas é assim com todos os filmes, é difícil ter algum que eu goste integralmente.
      Um detalhe que omiti no post é que fui em companhia de um cunhado, nem deu pra ler nada na fila, poderíamos ter batido um papinho e o tempo passaria mais rápido, mas o cara ficou tão revoltado com a demora que se fechou e só abria a boca pra resmungar de tudo. Este é um dos motivos pelo qual sempre que me é possível eu vou ao cinema sozinho.
      Grande abraço.

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