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quarta-feira, 30 de junho de 2010

HERÓIS DA INFÂNCIA. (SUPERMAN)

Super-homem, foi meu primeiro ídolo juntamente com Nacional Kid e Ultraman (Haiata). Mas eu o conheci primeiro da série de tv no seriado com George Reeves. Os quadrinhos do super eu viria a conhecer no início da década de 70 em SP. Tanto Super-Homem quanto Superboy eram leituras obrigatórias. Guardo na memória uma aventura desenhada pelo fantástico Jack Kirby, cujo o título infelizmente eu não me lembro. Eu teria que recorrer ao meu amigo Arthur Garcia para tanto, mas não vou incomoda-lo com isto. Sei que era protagonizada por um grupo de jovens e era um tanto assustador, aliás, Kirby sempre soube desenhar figuras bizarras. Criaturas hediondas era com ele mesmo. Cito este quadrinho em particular porque quando criança eu sempre via naquelas estórias nonsenses desenhadas pelo Curt Swan, um Super-homem todo poderoso e indestrutível, cuja única fraqueza era a malfadada kriptonita. Já neste comic do Kirby ele nada podia contra magia-negra e seres oriundos das trevas. E aquilo me provocou arrepios.
Concordo com a maioria, nunca haverá outro Clark como o saudoso Christopher Reeve. E apesar de várias ressalvas em relação a Superman Reborn, eu gostei do filme. Foi positivo na minha opinião, mas podia ter sido melhor com certeza. Quadrinhos? Há muito tempo não leio, só aquelas coisas legais do Alex Ross.


Esta pintura fazia parte do portfólio de super-heróis. Óleo em tela, fotografada com câmera digital, pois é uma pintura de grandes dimensões. Foi dada de presente a um grande amigo meu. Espero que ele tenha colocado na parede.

5 comentários:

  1. Também acho (novidade) que SUPERMAN-O RETORNO poderia e deveria ter saído com mais conteúdo e menos "homenagem". Por causa do pessoal chamado pra esse filme, em parte, é que "estragaram" o enredo do 3° X-MEN. Em nome da grana...

    Fora isso, sua pintura ficou matadora! Gostei!

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  2. Por que afirmei ter gostado deste "reborn" e outros tantos quanto, fui acusado de ter perdido o senso crítico. Mas sabe,com a idade a gente perde a vontade de ficar procurando respostas para o sentido da vida em filmes de poucos quilates como esses. Sento na poltrona e tento entrar no clima do filme sem me aborrecer com minúcias. As vezes não dá mesmo,reborn poderia ter sido muito bem aproveitado mas não foi, fazer o quê? Mas procuro justificativas pra sustentar meus argumentos e no caso deste último filme do super, aquela cena do avião é legal demais. O resto é o resto.
    Quanto a arte, também já criticaram por ser formal demais. Fico feliz que tenha gostado.
    Um abraço e grato pela visita.

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  3. É mesmo... Até um amigo meu e eu também gostamos da sequência do avião, até a parte do povo vibrando com o SUPER naquele estádio.

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  4. Oi, Eduardo!

    A história em questão é "O Homem da Transilvânia" e foi publicada aqui no Brasil pela EBAL, no Almanaque Superman de 1973.

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  5. É isso aí, falou uma autoridade no assunto.
    Eu não ia lembrar disso nem em um milhão de séculos. Pô, seria legal ler aquilo de novo.
    Valeu Arthur, obrigado.

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