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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

CINCO MINUTOS ( 01 )

Creio que todo mundo já teve o dissabor de ter uma grana comprometida numa operação envolvendo cartão de crédito. Vocês devem saber a dor de cabeça que é pra ter o dinheiro estornado. Ontem, sai com minha esposa às compras. Pagamos pela mercadoria e aproveitamos que estávamos ali e decidimos colocar crédito no celular. Na hora de passar o cartão, o caixa do mercado travou. Chamaram o encarregado. Ele veio. Digitou numa velocidade digna de um mercúrio um número lá, acho que uma espécie de senha. Passe o cartão novamente senhor, pediu ele. Perguntei se o valor não me seria cobrado duas vezes. Não senhor, a operação foi cancelada no momento que o caixa travou. Certeza? Pode confiar. Ok.
Passei o cartão. Tudo certo.  Hoje quando tirei meu extrato, lá constava que a cobrança tinha sido feita duas vezes como eu suspeitava. Claro, fui lá reclamar. E pra encurtar, o banco deverá me devolver aquele dinheiro em 48 horas, o mercado não tem responsabilidade alguma nisto, mesmo que o funcionário tenha feito uma cagada. E se o banco não devolver? Terei que ir até lá, falar com gerente e blá, blá, blá....
Ai, meu, que coisa cansativa!
Vou esperar as tais 48 horas pra ver se o banco se manifesta como os caras do supermercado informaram, aí digo pra vocês.
Só sei que é um tempo que se perde que ninguém paga.

Hoje iniciamos as postagens das ilustracões para o livro "Cinco Minutos", romance que marca a estréia de José de Alencar na literatura. A leitura que faço desta obra, é que o tom romântico enfatizado pelo autor, mascara a arrogância do protagonista, ou seja, o cara não passa de um bosta, mas na obra o que se evidencia é sua obsessão em descobrir se a mulher que ele encontra num veículo às escuras é bonita ou não. Análise frívola? Pode ser.
Junto ao desenho principal, dois esboços que fiz para a capa.
Bom descanso a todos.



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