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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A BELA E A FERA

Acho que já deu pra sacar que quando meus textos são assim meio corridos é porque estou sem tempo ou com alguma coisa me perturbando não é? Pois sim. Na verdade minha cabeça está cheia de ocupações. Dependo de um pagamento por parte de uma editora esta semana para quitar mais algumas dívidas atrasadas e o pior, alguém querido por demais vai se submeter a uma cirurgia hoje, e estes procedimentos sempre podem dar errado, mas estou confiante que o Senhor Jesus vai dar à nossa familia mais esta vitória.
Quanto ao tempo, ah, este está sempre um passo a minha frente. Devo agora voltar ao estudio e iniciar mais uma literatura infantil. Também voltei ao Edgar Allan Poe. Toda noite vou trabalhar um pouco neste quadrinho, senão não ficará pronto nunca.
 A arte de hoje foi a minha primeira tentativa de pintar com tinta acrílica. Deu menos trabalho do que supus, mas ainda assim permanece sendo a técnica que menos gosto de labutar, ou antes a que me sinto menos confortável. Eu deveria me iniciar nela pintando uma fruta, um sapato ou um objeto qualquer, mas não, a minha presunção me impele ao mais dificil, que são as formas masculinas e femininas. Nem sei onde está esta pintura, sequer recordo o nome que dei a ela, deve estar na madeira que sustenta o pano na parte detrás como sempre faço. Mas lembro que na ocasião em que trabalhei nela me aborreci com as tramas da tela, eram grossas demais. Material vagabundo e a armação estava levemente empenada. Só usei a título de testar minha capacidade e depois acabei gostando bastante do resultado. A iluminação ficou legal. Pelo menos eu acho.
Bem, até amanhã se Deus quiser.

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