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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

RINOCERONTES


Sabem, já vai fazer um mês que ZÉ GATÃO-MEMENTO MORI foi oficialmente lançado e ainda não vi o livro. Tampouco li qualquer tipo de comentário nos ditos sites especializados. Fiz minha divulgação da melhor maneira que pude com os meios que dispunha (blog, orkut, facebook e um monte de e-mails pra conhecidos e desconhecidos), mas aqui onde me encontro minha ação é limitada. Curioso notar que os jornalistas direcionados às HQs com quem me comunico de forma cordial vez por outra não me responderam a uma única mensagem. Se eu fosse o Fox Mulder apostaria que há um conspiração contra mim. Pelo que estou sabendo a Devir fez a parte dela.
Dizem que o boca-a-boca ainda é o melhor meio de divulgação. Veremos. Mas penso que para que uma pessoa comunique a outra, ela deve estar ciente de que o produto existe em algum lugar.
Bem, agora é aguardar.
Só posso dizer que se as vendas destes dois livros (ha, sim, tem mais um para o ano que vem se Deus quiser) não forem boas, infelizmente não terei condições de criar novas aventuras para Zé Gatão.
Conversando com o mestre Júlio Shimamoto estes dias sobre esta lei que resolveram ressuscitar, onde se estabelece que as editoras devam publicar uma porcentagem de títulos nacionais para um tanto de títulos gringos, ele me disse que se tal coisa se concretizar, para ele chega tarde demais. Estou quase afirmando a mesma coisa no que me diz respeito. Os murros na ponta dos pregos começam a doer de verdade meus queridos.
Pensei numa história envolvendo rinocerontes, por isto fiz estes estudos num caderninho de esboços, só para o caso da coisa dar certo. Se não der, serão como outros tantos estudos já feitos e que nunca desenvolvidos, páginas perdidas que nunca viraram histórias.

 

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