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terça-feira, 29 de novembro de 2011

UM BÁRBARO QUALQUER.


Já faz um bom tempo um editor de São Paulo me pediu uns esboços para uma HQ curtíssima sobre um bárbaro, tipo Conan. A história não teria texto. Ele me enviou um briefing e eu rabisquei. Nem lembro mais porque teria de haver espaços em branco (para por algum anúncio, talvez?), tampouco sei para onde isto seria destinado. Lembro que não era exatamente uma revista em quadrinhos.
Bem, até hoje não tive retorno, presumo que a coisa deu em nada. 
Achei estes traços por acaso numa pasta do meu comutador. Como não sei onde estão os rabiscos originais para escaneá-los numa resolução mais baixa, posto da maneira como estão só para ficar registrado. 




8 comentários:

  1. Legal. Me fez lembrar de uma hq (de um guerreiro chamado BORER D' ALINOR) publicada numa revista de RPG, de onde "copiei" a pedido de um cara, uma ilustração mostrando um vampiro com um lobisomem (em, 1997).

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  2. Mesmo?
    Não conheço, mas fiquei curioso. Você tem essa ilustração em algum lugar pra gente ver?

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  3. Fala, Eduardo! Interessante! O bárbaro Conan sempre sendo uma grande referência! Deve ser muito chato fazer algo e não ver isso ser publicado...ou ao menos definido o que aconteceu com o projeto...
    Abração,

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  4. Pois é, não é? Isso vive acontecendo comigo, aliás não só comigo, fico sabendo que os artistas que admiro, tipo Corben, tem lá seus trabalhos e projetos rejeitados. Inclusive, as HQs de terror que ele publicou pelo selo MAX (Poe e Lovecraft) foi um completo fracasso. Mas o pior mesmo é a falta de definição, como você observou.
    Quanto ao Conan, este, juntamente com Hellboy e o cowboy Tex, são os únicos personagens que não sendo meus, gostaria de quadrinizar.
    Obrigado e um abração.

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  5. Pôxa, estou lendo Tex frequentemente de uns tempos para cá. Não só lendo, mas analisando os desenhos, a quadrinização, etc... acho que preciso acrescentar muito coisa que vejo ali no meu ainda fraco desenho. Tenho quase todo o Tex que saiu pela extinta Ed. Vechi! E comecei a comprar os novos tb. Conan tenho alguma coisa, mas confesso que li pouco. Aliás, antigamente, olhava mais os desenhos que propriamente lia as histórias. Vai entender...
    Abração,

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  6. No Rio de Janeiro, cheguei a ter quase toda a coleção de Tex da Vecchi, com exceção do primeiro número e um ou outro lá pelo meio. Naquele final dos 70 acho que as aventuras estavam perto do número 200, se não me engano. Infelizmente fui pressionado a vender, eu morava de favor e não havia espaço para tantos gibis, eu não colecionava só Tex.
    Quanto ao Conan sempre fui fã de carteirinha, tenho toda a Espada Selvagem até a edição 60. Depois parei, estava ficando cansativa e repetitiva. Mas os desenhos finalizados pelo Alcala realmente chamavam mais a atenção que alguns roteiros, não dá pra negar.
    Abraço.

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  7. O pior é que não era minha a tal revista e nunca mais vi o cara que a tem, se é que guardou! Quem sabe?!

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