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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

VIOLÊNCIA GRATUITA.

Antes de mais nada, um aviso: Eu nada tenho contra o militarismo. Ao contrario, admiro muito. Só que é uma vida que não serve pra mim. Talvez por ter um problema sério com autoridade. Acho que isso se dá por eu  sempre ter tido uma relação muito atribulada com meu pai. Fui militar por quase dois anos e posso dizer sem sombra de dúvidas que foi um dos piores períodos da minha vida. Mas teve um peso muito grande em minha existência. O que você aprende ali, para o bem e para o mal, se carrega para sempre.
Penso que o ambiente militar, traz a tona o que um homem tem de melhor e também o que ele tem de pior, dependendo da índole. Na caserna você aprende a ter apreço pela limpeza e pontualidade (algo infelizmente tão nulo em dias atuais), respeito pela hierarquia e pelas instituições. Creiam, são coisas positivas e que devem ser cultivadas no ser humano. Hoje em dia não se reverencia mais nada. Ninguém quer saber de ouvir os mais velhos, sejam eles pais ou professores. 
Reparem que muitos que curtem HQs, debocham do Superman, e enaltecem o Wolverine, um "herói" que deixa fluir seus instintos mais básicos, doa a quem doer.
Em compensação, quando naturalmente o individuo é ruim (eles existem e não são produtos do meio, creiam), ele encontra no refugio militar o local perfeito para exercitar toda a sua perversidade.
Bem, estas são divagações minhas lastreadas por experiências reais que vivi. 
Estas páginas de quadrinhos que e encontrei por acaso num dos meus envelopes que contém artes que não foram publicadas, eu fiz sem planejamento algum, apenas pra dar vazão a um conceito. Foi baseada em fatos dos quais fui testemunha ocular (evidentemente com o tom "tarantinesco" e exagerado no tema).





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