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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

LIMITE

Não ando muito bem estes dias. Aliás não ando muito bem faz um bom tempo. Não tenho como não relacionar o fator idade. Embora por dentro eu me sinta como um menino abobalhado, a verdade é que daqui a mais ou menos um mês estarei completando 48 anos. Boa parte destes anos todos vivendo sob pressão. Acho que isto tudo cobra a fatura no físico quando não se tem mais 20 anos. Ando cansado como se não tivesse dormido nada a noite. Irritadiço e indisposto, é assim que tenho vivido. Mas bola pra frente.
Estes dias que minha mãe está passando comigo tem sido uma benção, minha rotina tem sido totalmente diferente. Esqueci a prancheta e os lápis. Amanhã devo começar um novo curso de desenho que me encomendaram e quero ver se sugiro aos editores algumas coisas diferentes pra variar. Veremos.
Segunda última levei minha genitora ao centro do Recife para ela fazer umas compras, depois lanchamos e dali fomos a uma pequena agência bancaria sacar um dinheiro. Era por volta de 12:40, saímos dali para o terminal de ônibus no Cais de Sta. Rita. Vimos vários policiais fortemente armados correndo pelo terminal. O que era aquilo eu só saberia após chegar em casa quando Verônica me falou que uma agência do Bradesco havia sido assaltada. http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20101101143121&assunto=70&onde=VidaUrbana
Pelos horários dados nos noticiários eu calculo que foi minutos após a nossa saída de lá. Louvado seja Deus por mais este livramento.
Nos anos 90 surgiu nas bancas uma ótima revista de ciências chamada Limite, editada pela Nova Sampa, se não me falha a memória, era editada pelo Franco De Rosa, e algumas matérias eram escritas pelo Pier Luigi Piazzi (na época editor da Aleph) e pelo editor da Devir, Mauro dos Prazeres. Este Adolf Hitler foi uma aquarela que fiz para ilustrar um artigo sobre os efeitos da radiação nuclear. Bem, eu acho que era isto, como faz muito tempo e nem tenho mais uma edição da refererida publicação comigo, pode ser que eu esteja enganado.


Well, por hoje é só, se tudo andar nos conformes, amanhã tem mais.

2 comentários:

  1. Amigo, tenho 36, vou fazer 37 e sinto o mesmo que você. Já não tenho todo aquele pique para sair, andar, descer e subir a Rua Augusta, andar pela Paulista num dia de sol a pino... Mas, acho que isso não deve ser coisa da idade. Deve ser a idade da coisa!

    Maravilhosa essa ilustração! Eu lembro dessa revista Limite. Infelizmente, as revistas do final dos anos 90 e começo dos 2000 eram estranhas. Duravam menos que as de hoje. Revista da Web, Limite, Play, Beatz, Simples... Eu comprava todas. Hoje, só a Época do último domingo de cada vez, que vem com a revista Época São Paulo e olhe lá!

    Abração!!!

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  2. 37? Cê é uma criança ainda. Que bom, hein?!
    Aproveita que a cada 10 anos a coisa piora.
    Dizem que depois melhora. Será? Acho dificil.
    Mas no meu caso, apesar dos problemas mencionados, ainda levanto um bom peso.
    Obrigado pelas gentís palavras.
    Realmente a revista Limite era legal, pena que durou pouco, assim com as outras que vc mencionou. Tudo passa amigo, tudo passa.
    Um abração.

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